
O novo livro é uma peça teatral bilíngue, em crioulo e português, em que três mulheres refletem sobre a sua condição. Escritora, investigadora e professora universitária, socio-politóloga, doutorada pela Universidade de Coimbra e galardoada com prémios nacionais e internacionais, Eurídice Monteiro usa o pseudónimo literário de Eurydice.
“Pai di fidju ku mudjeris di txunbu” (Pai di fidju e as mulheres de aço) é o novo livro de Eurídice Monteiro, ou melhor, de Eurydice (o seu nome literário), que vai ser lançado a 5 de dezembro, às 18:00, no Auditório do Banco Interatlântico, em Chã de Areia, cidade da Praia.
A apresentação da obra está a cargo de Adilson Semedo, em paralelo com momentos de leitura dramática pelas atrizes Raquel Monteiro, Sheila Martins e Vandrea Monteiro.
“Pai di fidju ku mudjeris di txunbu” é uma peça teatral bilíngue, em crioulo e português, em que três mulheres refletem sobre a sua condição, bem patente no título do livro.
Escritora, investigadora e professora universitária, socio-politóloga, doutorada pela Universidade de Coimbra e galardoada com prémios nacionais e internacionais, Eurídice Monteiro usa o pseudónimo literário de Eurydice.
Para além de artigos científicos em revistas especializadas e em coletâneas, este é o seu oitavo livro. A sua obra inclui livros académicos, infantojuvenis, crónicas, romances e, agora, também teatro em versos.
Eurídice Monteiro tem, ainda, sido convidada para programas académicos e literários em África, Europa, EUA e América Latina.

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