Violando de novo o cessar-fogo, Israel volta a matar em Gaza
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Violando de novo o cessar-fogo, Israel volta a matar em Gaza

O exército israelita voltou a matar em Gaza. Desta vez, foram três palestinianos, com os sionistas alegando que, supostamente, teriam transposto uma “linha amarela” artificial, aproximando-se das posições dos militares. Mas o histórico de Israel, de reiteradas violações do cessar-fogo não abona a alegação e deixa exposto um plano de genocídio na Faixa de Gaza que, ao contrário de ser abandonado, apenas abrandou na aritmética dos mortos.

O exército israelita voltou a matar na martirizada Faixa de Gaza. Foram mais três palestinianos a quem foi ceifada a vida, com os sionistas alegando que, supostamente, terão transposto uma artificial “linha amarela”, aproximando-se das posições da 188ª Brigada Blindada e "representando uma ameaça imediata”, pode ler-se num comunicado distribuído à imprensa pelos militares.

Violações reiteradas do acordo de cessar-fogo

Os ataques ocorreram num contexto de contínuas violações israelitas do cessar-fogo que entrou em vigor em 10 de outubro de 2025. E, pese a alegação sionista, o histórico de Israel, de reiteradas violações do acordo, não abona a alegação e deixa exposto um plano de genocídio na Faixa de Gaza que, ao contrário de ser abandonado, apenas abrandou na aritmética dos mortos.

Israel já matou mais de 71.000 palestinianos, na sua maioria mulheres e crianças, e feriu mais de 171.000 no seu plano de genocídio em Gaza, desde outubro de 2023. De igual modo, reduziu grande parte do enclave a ruínas e deslocou toda a sua população.

Apesar do cessar-fogo, os ataques israelitas continuaram matando, desde então, 425 palestinianos e ferindo 1.189, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.

C/TRT Português
Foto: AP

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