
Podemos definir a dependência emocional como uma atitude de permanente expetativa do que outro poderá me oferecer. Augusto Cury retrata este quadro da seguinte forma e profundamente significativo: "Um mendigo emocional é aquele que precisa de muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. Aplausos, apoios, elogios e reconhecimentos para se sentir seguro. Quando terceirizamos a nossa felicidade em relação ás expectativas dos outros é muito perigoso. Vivemos em sociedade e precisamos obviamente de nos relacionar e de ter um retorno, mas o excesso é um problema".
A completude emocional é um dos assuntos que gosto de tratar e analisar. Não devemos reduzir o processo da nossa existência com base num olhar interno negativo e redutor. A nossa grandeza está justamente na formação da nossa identidade. Quanto mais identidade, menos dependência emocional. Quanto menos identidade mais dependência emocional e com isso comprometemos a nossa felicidade. E neste caso, a nossa completude emocional é a resposta contra as reais lacunas que lideram as nossas emoções e os nossos sentimentos.
Na dependência emocional esperamos sempre pela opinião alheia e a validação também. As nossas expectativas é contar com a aprovação e migalhas dos outros para nos sentirmos felizes e "realizados". Nesta realidade crítica e perigosa, ficamos à mercê de quem tanto esperamos.
Quem não aprende a caminhar com os seus próprios pés, compromete o seu futuro e dificilmente chegará a lugar algum. A emancipação emocional é um dos caminhos mais seguros para o sucesso pessoal, familiar e profissional. Sem esse caminho construído, o desenvolvimento ficará em causa e comprometemos todo o processo existencial. A dependência emocional nos escraviza, cria laços destrutivos e reduz a capacidade de sermos bem-sucedidos. Permanecer na sombra da dependência emocional é boicotar todo o nosso percurso, asfixiar o nosso potencial de desenvolvimento pessoal e em todas as demais áreas.
Uma das maiores fragilidades de um ser humano é a dependência emocional. Ela configura-se em toda a deficiência intrapessoal, ineficácia da bagagem comportamental, ambivalência nas decisões simples ou cruciais.
Podemos definir a dependência emocional como uma atitude de permanente expetativa do que outro poderá me oferecer. Augusto Cury retrata este quadro da seguinte forma e profundamente significativo: "Um mendigo emocional é aquele que precisa de muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. Aplausos, apoios, elogios e reconhecimentos para se sentir seguro. Quando terceirizamos a nossa felicidade em relação ás expectativas dos outros é muito perigoso. Vivemos em sociedade e precisamos obviamente de nos relacionar e de ter um retorno, mas o excesso é um problema".
Reiteramos ainda sobre os meandros da dependência emocional: é o medo de magoar o outro, mesmo sabendo que deveríamos falar a verdade e sermos sinceros. A incapacidade de ações inovadoras, porque não sabemos como o outro irá reagir. Um estado de paralisia comportamental, esperando sempre pela atitude do outro. Quem é dependente emocionalmente terá sérias dificuldades de vencer e ser feliz na vida. As principais características de alguém que é dependente emocionalmente. Comportamento de vítima. Com isso, assume o espírito de alguém desprovido de atributos. Se apresenta como alguém sem valor, autopiedade.
Demonstra quase sempre a incapacidade de vencer na vida. A subserviência é outra marca de um dependente emocional, a disponibilidade para tudo e atitude derrotista muitas vezes.
Pensamentos e sentimentos negativos. Para fechar, concluímos na lista das principais características, a baixa autoestima. Toda a pessoa que possui a dependência emocional, está atrelada ao fator baixa autoestima.
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