Francisco Carvalho: a liderança que carrega o futuro de CABO VERDE
Ponto de Vista

Francisco Carvalho: a liderança que carrega o futuro de CABO VERDE

Dez anos depois, o resultado é claro: dependência, estagnação e retrocesso. Cabo Verde não precisa de avales eternos, mas de liderança e coragem para fazer o país descolar. Francisco Carvalho não promete milagres; apresenta provas. Não governa com slogans, mas com responsabilidade. Ele é a rutura necessária, a resposta ao esgotamento e o antídoto ao abuso de poder.

Francisco Carvalho carrega, hoje, o futuro de Cabo Verde. E fá-lo com firmeza, serenidade e legitimidade política.

No seu segundo mandato como Presidente da Câmara Municipal da Praia e enquanto líder do PAICV, afirma-se como a figura mais preparada para conduzir o país para fora do pântano em que foi lançado por dez anos de governação falhada do MPD.

Resiliência perante as Instituições

Num contexto de degradação institucional, Francisco Carvalho destacou-se não pelo ruído, mas pela postura. Sempre calmo, dialogante e determinado, enfrentou, e continua a enfrentar uma Procuradoria-Geral da República claramente instrumentalizada. Esta tem agido mais como um braço político do desgoverno liderado pelo Primeiro-Ministro do que como garante da legalidade democrática.

Na prática, a PGR tem respondido aos interesses do líder do MPD, sendo usada como arma de intimidação e malabarismo político para tentar prolongar, artificialmente, um poder que já não tem sustentação popular. Contudo, o resultado será o de sempre: zero resultados, zero credibilidade e zero futuro.

O Legado de Dez Anos de MPD

Este é o balanço de uma década de desgovernação, em que Ulisses Correia e Silva lesou o país, enfraqueceu as instituições e atrasou um Cabo Verde que se encontrava num bom caminho, fruto da liderança das tambarinas.

Enquanto o atual Primeiro-Ministro Ulisses Correia e Silva se tenta agarrar ao poder "custe o que custar", como um malabarista em fim de espetáculo, Francisco Carvalho mantém-se sólido. Possui as condições espirituais, físicas e mentais para assumir o leme e substituir um governante desgastado, sem visão estratégica e completamente desligado da realidade das pessoas. É irónico que este mesmo Primeiro-Ministro, em 2016, defendia que não se queria perpetuar no poder e que 15 anos seriam demais.

Provas de Força Política

Francisco Carvalho já provou o seu valor com factos. A vitória estrondosa sobre Abraão Vicente o "bi-ministro" símbolo da propaganda do MPD não foi somente histórica, mas também uma lição de comunicação política. Uma derrota que dificilmente conhecerá igual na sua vida política - di bombudu na kosta.

Os embates de 2020 e 2024 marcaram o início do fim de um ciclo. É hoje um facto incontornável: não existe ninguém com mais capacidade para enfrentar e vencer Ulisses Correia e Silva. Enquanto o Governo insiste na falácia do "bom caminho", o país real vive a estagnação e a desigualdade.

A Ilusão dos Avales e o Retrocesso

Nenhum país pode afirmar que está no bom caminho quando sobrevive apenas de avales. Avales não são desenvolvimento; são dependência. Sob o manto do MPD, Cabo Verde viveu uma década de remendos, ocupado em calafetar as fendas de uma nau que finge navegar. É uma governação de cosmética, que se recusa a içar novas velas, preferindo o abrigo seguro de fantasmas ilustres. O país não descola de Amílcar Cabral, Aristides Pereira, Cesária Évora ou Nelson Mandela (todos nomes de aeroportos, claro) devido às promessas que o vento de Ponta do Sol ainda não trouxe: o tão esperado aeródromo de Santo Antão.

Mesmo com esses recursos, o MPD falhou:

1. *Saúde* : O sistema permanece frágil e abandonado.

2. *Transportes* : Reina o caos nos setores aéreo e marítimo, com ilhas isoladas.

3. *Estratégia* : Houve apenas improviso e propaganda.

A Rutura Necessária

Dez anos depois, o resultado é claro: dependência, estagnação e retrocesso. Cabo Verde não precisa de avales eternos, mas de liderança e coragem para fazer o país descolar.

Francisco Carvalho não promete milagres; apresenta provas. Não governa com slogans, mas com responsabilidade. Ele é a rutura necessária, a resposta ao esgotamento e o antídoto ao abuso de poder. É ele quem carrega o futuro de um *CABO VERDE PARA TODOS*. Essa liderança tem nome: Francisco Carvalho.

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