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Gil Evora

Gil Évora, economista e expert do sector, substitui no cargo Tatiana Barbosa, cuja gestão foi bastante criticada.

A Assembleia-geral da Emprofac nomeou esta terça-feira, 4, Gil Évora como o novo presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa. Completam a equipa Ana Duarte e Melina Veiga como administradoras executivas.

Novidade: a partir desta terça-feira a empresa produtora de medicamentos passa agora a contar com três gestores a tempo inteiro.

Gil Évora, economista, com experiência de gestão em várias empresas públicas e privadas, e com conhecimentos o sector farmacêutico (foi director Comercial da Inpharma), vem substituir Tatiana Barbosa, gestora que, enquanto PCA da Emprofac não terá tido grande prestação na empresa. "O ambiente na Emprofac é de cortar á faca... trabalhadores descontentes com o CA há muito tempo por causa do prémio de produtividade que esta administração sempre negou-se a dar e, no entanto, os administradores tomaram de uma só vez quase 1.800 contos cada o que provocou a ira dos trabalhadores", denuncia fonte deste jornal.

"Mas a grande questão tem a ver com as contas 2016. As contas vêm tentando ser fechadas desde Novembro 2016, data que este CA terminou o seu mandato... mas a marcação da AG vem sendo arrastada desde essa data! O governo deu um prazo-limite para a AG ser realizada até ao dia 14 deste mês", confidencia a mesma fonte.

Com base nessas alegadas "derrapagens" da PCA Tatiana Barbosa, o Governo optou por dar por finda a comissão de serviço da mesma e nomear em seu lugar um técnico, que, acredita-se, domina o sector. "Para o lugar de Tatiana, o Governo chamou o Economista Gil Évora, quadro com larga experiência na área da gestão farmacêutica, já que foi director executivo da Inpharma durante 5 anos e que antes tinha trabalhado no projecto do Banco Mundial de Saúde Pública", revela a nossa fonte, acrescentando que outro factor que pesou a favor foi o facto de Gil Évora ter sido "o grande responsável pelo trabalho de internacionalização da Inpharma em São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e mesmo na Guiné Equatorial".

Até esta data, Évora, que também foi director geral da Halcyon Air, era responsável pela Unidade de Mobilização de Recursos Financeiros da CCISS e braço direito do presidente de Câmara de Comércio de Sotavento.



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Comentários  

+1 # Filipe Monteiro 07-07-2017 07:36
Simplesmente vergonhoso esta noticia que apenas se percebe cinda de uma fonte mediocre e que premeditadamente pretende denegrir a imagem dos ultimos gestores que , ao que se sabe cumpriram a missao . Aliás ao longo destes anos todos ninguem disse mal desta empresa e desta gestao. Mas como todos conhecemos os donos deste on line e conhecendo as pessoas em causa facilmente nos apercebemos aonde é que se quer chegar.
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+2 # Tatiana Barbosa 06-07-2017 01:25
Sendo a visada nesta notícia, sinto-me na obrigação de prestar os seguintes esclarecimentos:
1) A maior prova da prestação do CA é o facto da empresa ter sempre superado os objetivos e resultados preconizados;
2) A atribuição do prémio de produtividade é da competência exclusiva do acionista, sendo que ao longo desses 6 anos, o CA sempre propôs valores para o referido prémio, tendo sido aprovado em AG somente prémios em relação aos anos de 2015 e 2016;
3) O prémio de gestão concedido ao CA derivado do contrato de gestão é outra competência do acionista que delibera em Assembleia Geral. O prémio só é atribuído caso os objetivos forem atingidos/superados, o que contradiz, a informação de que não terei dito grande prestação;
4) Quanto a informação sobre o Relatório&Contas de 2016, lamento a ignorância, pois nenhuma empresa poderá fechar as contas em Novembro, sem o término do ano económico;
5) Não obstante, o bons resultados, o CA efetuou dois mandatos a frente da empresa, o máximo exigido pela lei.

Os resultados da empresa e os valores de prémio de produtividade propostos ao longo dos anos poderão ser comprovados através dos sucessivos Relatórios&Contas em www.emprofac.cv.
Todas essas falsas notícias poderiam ser evitadas, caso o jornal tivesse solicitado esclarecimentos diretamente a minha pessoa. Assim se faz um bom jornalismo!!
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+2 # Joao Bernardo 05-07-2017 23:39
Esta notícia está despida de qualidade jornalística, pois não sabem qual o objecto social da empresa e descrevem como produtora de medicamentos! Quem é produtora de alguma coisa são vocês! A vossa fonte certamente que é um dos entravados, com mente tacanha, sem capacidade de gestão, que deve ter passado por lá e nada fez! Sobre os Prémios de produtividade, se não sabem, que fiquem a saber de uma vez por todas que é competência do Accionista e nunca da Administração, e fazem favor de estudar o nosso código das sociedades comerciais! Em relação ao prémio dos administradores, é algo que está estipulado no contrato de gestão e mais uma vez, quem tem poder para aprovar o prémio é o Accionista através da Assembleia Geral! Mais um erro, quem tem legitimidade de agendar a Assembleia Geral é o órgão competente, neste caso o Presidente da Assembleia! Sobre as contas, nenhuma empresa consegue fechar as contas em Novembro, pois o exercício económico vai até 31 de Dezembro e as contas devem ser aprovadas até 31 de Março! Bora lá estudar mais, ler mais, incestigae mais, e mais, arranjar fontes mais credíveis!
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