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seidy de pina

O advogado estagiário Seidy de Pina disse hoje que está “tranquilo” e de “cabeça erguida”, isto após ter sido colocado sob termo de identidade residência, por alegados crimes de burla.

“Estou tranquilo, de cabeça erguida e de consciência limpa”, afirmou, citado pela Inforpress, o também eleito municipal pela lista do PAICV, em São Domingos, interior de Santiago, completando que tudo não passa de “um grande mal entendido”.

Seidy de Pina disse, inclusive, que as acusações que estão sendo publicadas “podem ser desmentidas facilmente”. “Não apenas eu poderei desmentir, mas também os próprios candidatos”, frisou o ex-presidente da Juventude do PAICV  em São Domingos, que ressaltou que, “em momento oportuno” irá contar “todos os detalhes” sobre o que se passou neste caso.

“De momento não posso avançar mais nada”, avançou Seidy de Pina, que foi detido esta semana, no Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na cidade da Praia, quando se preparava para deixar o país.

Segundo contou à Inforpress um familiar de duas hipotéticas vítimas, o visado é acusado de abrir uma suposta escola em Portugal e cobrar “cerca de 120 euros pelas matrículas”.

Entretanto, o suposto esquema foi denunciado quando, segundo o mesmo informante, a Embaixada de Portugal recusou vistos às vítimas por apresentarem comprovativos de matricular em “uma escola não reconhecida”.

Além de termo de identidade e residência, avançaram fontes da Inforpress, Sedy de Pina fica interditado de sair do país e de contactar com as vítimas.

Ontem, a bancada do PAICV em São Domingos veio a público demarcar-se deste caso, afirmando que se trata de um caso isolado supostamente cometido por Seidy de Pina e que não vincula o partido.

Com Inforpress



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