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Mindelo seguiu à risca lema deste ano do dia Mundial de Doadores de Sangue com uma marcha a pedir o envolvimento das pessoas neste gesto que salva vidas.

 “Dê sangue, dê agora e dê  muitas vezes". É este o lema que assinala o Dia Mundial dos Doadores de Sangue, hoje 14 de Junho. E foi isso que os doadores de sangue do Hospital Baptista de Sousa pediram aos são-vicentinos na marcha cívica que fizeram esta quarta-feira pelas principais artérias da cidade do Mindelo.

O objectivo foi de alertar a população para a importância de salvar vidas e recrutar novos  voluntários para esse "acto humanitário". A responsável do Banco de Sangue do HBS, Conceição Pinto, explicou ao Santiago Magazine  que o  hospital  não tem registado casos de ruptura de stock,  graças à regularidade de muitos doadores mas que, é sempre importante explicar às pessoas a importância de dar sangue e como é que o podem fazer.  

Daí também a razão da marcha cívica realizada anualmente,  uma forma de reunir  os doadores de sangue e criar uma rede de contactos  que possa ser útil   caso o nível de reserva de um determinado grupo sanguíneo baixar.  

 "A OMS  quer com isso desafiar as pessoas e  alertar os serviços da saúde  pela necessidade de haver uma boa reserva de sangue  para socorrer as pessoas em situações  críticas como em  casos de  acidentes", resume a responsável do Banco de Sangue do HBS que esclarece ainda que não  tem sido o caso de São Vicente mas que já aconteceu em outras ilhas onde a reserva é menor.

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A marcha, que teve  início no Banco de Sangue, percorreu as principais ruas da cidade do Mindelo e concentrou-se na praça Don Luís onde decorrem, ao longo da tarde de hoje, actividades paralelos como a identificação de grupos sanguíneos, e secções  de informação.

O Banco de Sangue do Hospital Baptista de Sousa conta neste momento  com cerca de 6000 doadores inscritos nos ficheiros e  divididos por grupos sanguíneos  que se  deslocam com regularidade, uma ou duas vezes por mês, para repor a reserva de sangue. Razão pela qual não tem havido necessidade, segundo Conceição Pinto, para chamá-los em situações de urgência.



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