Queria perguntar ao Primeiro-ministro, José Ulisses Correia e Silva quem paga pelos desmandos, crimes e leviandade de uma ministra escolhida a dedo por si, O POVO? Quando a Procuradoria vai abrir um processo de averiguações? Nem sequer precisa de buscas e partir portas. Ou o MP só tem pujança contra o Município da Praia?
Pela nação que somos, pelo que podemos ser: / Um Cabo / Verde inteiro, pronto a vencer. / Entre críticas que somam e a união que nos eleva, / que a nossa voz coletiva nunca recue nem se perca.
Vossa Excelência é, por mandato constitucional, o garante supremo da Constituição, dos direitos fundamentais e do regular funcionamento das instituições democráticas. A invocação reiterada, por parte do Governo ou da própria Presidência, de uma alegada impossibilidade de intervenção, sob o argumento do respeito pela separação de poderes, não pode servir de escudo à inação quando estão em causa violações graves e continuadas da legalidade constitucional. Nestas circunstâncias, a omissão deixa de ser neutral e transforma-se, ela própria, numa forma de responsabilidade...
Com algemas nas mãos e nos tornozelos, Nicolás Maduro compareceu a um tribunal de Nova York para a sua primeira audiência, onde ouviu os crimes pelos quais é acusado, manifestando sempre um ar de grande tranquilidade e afirmando ser, ainda, presidente da República Bolivariana da Venezuela. No entanto, a acusação de chefiar uma organização criminosa de tráfico de estupefacientes, aparentemente inexistente, parece ser uma ficção construída pela Casa Branca com sérias dificuldades de se sustentar em julgamento.
A operação “Boas Entradas” da Polícia Judiciária deteve na ilha do Sal três suspeitos da prática do crime de tráfico de estupefacientes. Apanhados em flagrante delito, os três indivíduos foram levados a tribunal onde lhes foi aplicada a medida máxima de coação: prisão preventiva.
Sensivelmente um ano depois, o mesmo Ministério Público – e também em vésperas de eleições - decidiu promover nova acção de busca e apreensão. Somos levados a crer que a Procuradoria Geral da República é feita de coincidências e é o próprio PGR que o admite. À propaganda e ao mundo paralelo que foi construindo para consumo das hostes, ao partido do Governo haveria que tentar resolver as eleições por via judicial. Desde logo, visando afastar o seu principal adversário da disputa e, perante o fracasso da operação de politização da Justiça, mesmo assim, esta haveria que...
Um megaoperação da Polícia Judiciária resultou na detenção, em São Vicente, de um militar suspeito de crime de homicídio na cidade da Praia. A operação foi desencadeada a 20 de dezembro, mas o suspeito só foi capturado na véspera do último dia do ano. Três indivíduos detidos anteriormente, também se encontram fortemente indiciados pela prática dos crimes de homicídio agravado e de homicídio agravado na forma tentada.