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Rui semedo PAICV

O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) defendeu esta terça.feira, 11 de junho, a necessidade de haver concurso público e transparência na concessão de aeroportos nacionais.

“Consideramos que, nesta fase, uma concessão desta natureza deveria exigir um concurso público aberto para permitir também transparência, mas para permitir que seja mobilizado um parceiro, de entre os melhores, que permita maior investimento”, disse o líder parlamentar do PAICV.

Rui Semedo falava aos jornalistas na Cidade da Praia para fazer o balanço das jornadas parlamentares do maior partido da oposição, visando a preparação da primeira sessão plenária de Junho, que arranca na quarta-feira, tendo como pano de fundo o debate com o ministro tutelar sobre a questão da segurança.

Aquele parlamentar advogou ainda a mobilização de um parceiro que permita a modernização dos serviços aeroportuários e que Cabo Verde possa dar o “salto necessário”, no sentido de crescer também neste sector.

Rui Semedo lembrou que, nos últimos anos, foram feitos “muitos investimentos” nos aeroportos internacionais e não internacionais e que, por isso, com os ganhos obtidos, deveria se ousar “ganhos maiores”.

Neste sentido, reforçou a necessidade da “mobilização de um parceiro com capacidade, com ‘know-how’ e com, também, possibilidade de investir para fazer crescer o sector”.

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, disse no passado mês de Março que quer ver finalizado, ainda em 2019, o processo de concessão dos aeroportos do país.

O objectivo é, segundo afirmou, transformar Cabo Verde numa “grande plataforma aérea de ligação entre África, Américas e Europa” que terá impacto na economia e no sector do turismo.

“A concessão dos aeroportos vai aumentar o fluxo de passageiros e de tráfego, o negócio da concessão é mesmo esse”, destacou o chefe do executivo cabo-verdiano.

Com Inforpress



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Comentários  

0 # jose moreno 12-06-2019 08:42
É o mínimo que se pode esperar do Governo de Cabo-Verde. Escolha direta de Parceiros internacionais dá só dor de cabeça e lesa Pátria. Acredito no bom senso e na constitucionalidade do processo.
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