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Caravana Bantu

A exposição acontece no Palácio da Cultura, Ildo Lobo, no dia 4 de janeiro, a partir das 17 horas. Os pintores congoleses Elsie F. Mafouta e Olivier Samba, ambos congoleses vão abrir o programa Intercultural Congo-Cabo Verde, previsto para acontecer entre 5 a 15 de janeiro.

Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural e interação entre vários atores da vida socioeconómica, cultural e política de Cabo Verde sobre os BANTUS, criar uma oportunidade de discussão de assuntos que afetam que podem interessar ambos povos e culturas e abrir novos horizontes culturais, o programa contempla atividades como exposição de pintura, gastronomia e desfile de moda.

No capitulo da moda, o programa prevê uma palestra sobre SAPE OU SAPELOGIA (cultura vestimentar do Congo).

Segundo uma nota chegada à redação de Santiago Magazine, “a Caravana BANTU quer transmitir ao povo cabo-verdiano uma realidade ainda por muitos desconhecida, também condiciona a proximidade, relação e convivência, elementos essenciais para o conhecimento das realidades multiculturais e antropológicas”.

Ainda a mesma nota destaca que “considerando as políticas de proximidade que o país está a implementar com o continente, este projecto assume-se como uma contribuição para o processo de aproximação das ilhas da sua origem”.

A cultura africana deve ser observada sempre como vasta e complexa, pela sua existência milenar e diversidade. A arqueologia aponta a África como o território habitado há mais tempo no planeta. Isso resultou na geração de milhares de línguas, povos, costumes, crenças e idiossincrasias diferentes. Atualmente, o continente africano ocupa um quinto da Terra, com mais de 50 países e quase 1 bilhão de habitantes.

De entre os povos africanos, este programa, pretende trazer ao conhecimento do povo cabo-verdiano, o essencial da cultura Bantu.

A designação “Bantu” nunca se refere a uma unidade racial. A sua formação e expansão migratória originaram uma enorme variedade de cruzamentos. Há aproximadamente 500 Bantus. Assim, não se pode falar de raça Bantu mas de povos Bantu, isto é, comunidades culturais com civilização comum e línguas aparentadas.



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