
A Câmara Municipal deste município de Santo Antão queixou-se ontem da demora do Governo em conceder um aval, autorizado em dezembro pela Assembleia Municipal, para avançar junto à banca com um empréstimo de 300 mil contos visando responder aos desafios criados pelas cheias de 2025. “Temos respostas urgentes a dar à população e estamos à espera que o Governo conceda o aval solicitado pela câmara municipal”, disse a presidente Elisa Pinheiro.
A Câmara Municipal de Porto Novo reclamou esta quarta-feira, 21, da demora do Governo em conceder o aval a um empréstimo de 300 mil contos solicitado à banca, em dezembro do ano passado. Em conferência de imprensa, a presidente Elisa Pinheiro disse que o empréstimo, visa promover “projetos estruturantes para o desenvolvimento local”, mas também responder à “situação complexa” da habitação.
“Temos respostas urgentes a dar à população e estamos à espera que o Governo conceda o aval solicitado pela câmara municipal”, declarou a presidente da câmara, avançando que pretende abordar esta e outras questões com o primeiro-ministro, já próxima semana, durante a visita oficial de Ulisses Correia e Silva a Porto Novo.
Governo adia resposta urgente às populações
A autorização para contrair um empréstimo de 300 mil contos, foi dada em dezembro pela Assembleia Municipal e, na sequência, a autarquia solicitou ao Governo para avalizar o crédito, avançou Elisa Pinheiro, acrescentando que, até agora, a câmara não recebeu o aval, obstando a "resposta urgente a dar às populações, numa altura em que Porto Novo continua à espera das intervenções do Governo" na sequência da tempestade Erin.
A autarca avançou que o empréstimo, além de promover “projetos estruturantes para o desenvolvimento local” visará, ainda, responder à “situação complexa” a nível da habitação, com 164 famílias em situação de extrema vulnerabilidade.
C/Inforpress
Foto: CMPN
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