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Um sentido de "Natal" sem cores humanos e aparatos oportunistas
Colunista

Um sentido de "Natal" sem cores humanos e aparatos oportunistas

O mundo vive uma atmosfera antagônica e sombria. A tristeza ambivalente tem sido uma realidade presente no dia a dia das pessoas.

A história "Natalícia" traz na sua matriz teológica e antropológica, dimensões profundamente existencialista, com efeito transversal. Isto é, a encarnacionalidade de Deus em Jesus revela a nós o sentido da transcendência. Por sua vez, ressalta os contornos mais necessários para uma existência humana plausível e proficuamente substancial, como determinante.

Não é razoável trivializar ou relativizar um marco de natureza transcendente, ao ponto de nos tornar subservientes de uma ditadura fantasmagórica, quanto imaginária no sentido mais baixo possível. A espiritualidade que se fecha como uma única estrela no cenário "Natalício", deve nos impulsionar de tal forma que a nossa transitória existência reviva como uma luz, tal qual o cerne da transcendência "Natalícia".

É importante um novo paradigma conceitual sobre os vislumbres de "Natal". Nada de invólucro, aparatos secundários e contornos gananciosos. Um acordar de sonhos sem razão e dos sentidos pérfidos da imaginação.

Jesus veio para nos emancipar das cadeias e teias emocionais, o maior cientista da mente, do coração e da biologia de todos os tempos. Sua história e humildade conquistou bilhões e continua cativando seguidores.

A centralidade "Natalícia" traz na sua inerência sentido profundo da existência e um resgate do homem na sua natureza holística. Viva hoje a verdadeira essência "Natalícia" e permita o ressurgir de novos sonhos, metas, propósitos e razão de existência. Permita que "Natal" desmonte feridas na alma, refazendo toda a estrutura psíquica, propiciando a construção de uma nova visão perante a vida. Feliz Natal e que o "Emanuel" esteja no seu coração e em toda a sua família.

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Lino Magno

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