Cabo Verde precisa de uma nova governamentalidade. Um modo de governar que planeie com visão, que execute com competência, que assegure direitos fundamentais, que dê prioridade à saúde, à educação, à mobilidade, que integre verdadeiramente a Diáspora e que reposicione a política externa com coragem e inteligência estratégica. É hora de uma nova racionalidade política em Cabo Verde. Uma racionalidade governamental mais clara, mais responsável e mais ousada. O MpD apagou-se. Cabe ao PAICV acender a luz do futuro.
O Presidente da República, José Maria Neves, saudou hoje, no arranque do ano lectivo 2025/2026, toda a comunidade educativa exortando-a a encarar este novo ciclo com ousadia, ambição e confiança no futuro.
O ministro da Educação prometeu hoje, na abertura do ano letivo, procurar apoios internacionais e consensos suprapartidários para a educação ser um vetor de combate à exclusão.
Calhou em sorte estar a banhos quando me tocou por acaso um texto informativo de F. Pratas, publicado no jornal Buala, em meados de agosto (Ortografia do caboverdiano: ciência, identidade, e respeito pela diversidade) em que, de passagem, e de forma implícita, se tenta enxovalhar o meu nome, junto com os do Grupo de membros da Comissão Científica da ALMA-CV em Portugal (CC) que apresentou um parecer sobre o Manual de Língua e Cultura Cabo-verdiana do 10º ano. (Falaram-me de uma entrevista posterior, na Inforpress, no mesmo teor acusatório, ofensivo e grosseiro, cuja leitura remeti para...
Que se reerga a grande ilha do Porto Grande e Monte Cara pelo alento das suas valorosas gentes, com a solidariedade fraterna e firme dos cabo-verdianos de todas as ilhas e diásporas, contra projetos supremacistas malsãos engendrados por mãos estrangeiras, ainda que acolitadas por serventuárias nacionais. Hoje mais do que nunca faz sentido o verso de «súplica« de Djoya «sonsent nxina-me oiá lus di sol». Que o sol do novo dia te seja de novo radioso, Sonsent.
O ministro da Educação, Amadeu Cruz, assegurou hoje, na Praia, que o ano lectivo 2025/2026 terá início a 15 de Setembro em todo o arquipélago, incluindo a ilha de São Vicente, recentemente devastada pela tempestade tropical Erin.
Ex-governantes de Cabo Verde visionam o futuro do país de forma positiva, mas lamentam a falta de consensos e crispação entre os dois maiores grupos parlamentares, considerando que esse tipo de comportamento “não leva a lado nenhum”.