O ministro da Educação, Amadeu Cruz, assegurou hoje, na Praia, que o ano lectivo 2025/2026 terá início a 15 de Setembro em todo o arquipélago, incluindo a ilha de São Vicente, recentemente devastada pela tempestade tropical Erin.
Ex-governantes de Cabo Verde visionam o futuro do país de forma positiva, mas lamentam a falta de consensos e crispação entre os dois maiores grupos parlamentares, considerando que esse tipo de comportamento “não leva a lado nenhum”.
A Colmeia, associação cabo-verdiana que apoia anualmente mais de 800 crianças e jovens com necessidades especiais, corre o risco de encerrar as suas atividades por falta de financiamento, disse à Lusa a presidente da instituição.
O MpD vai passar os próximos tempos a justificar a sua má governação evidenciada pelos dados do afrobarometer como sendo avaliada negativamente por cada vez mais eleitores e ao mesmo tempo distribuir benesses aos seus militantes, amigos e simpatizantes antes que a torneira do poder seja fechada em 2026. UCS enganou e decepcionou muitos cabo-verdeanos com a ilusão de que faria melhor mas vai passar para a história como um grande contador de estória e o pior PM de toda a história do país. O estado da nação é francamente negativo!
Infelizmente, quase 10 anos passados, não se sabe qual é pensamento político estruturado que guia a Educação neste país! E o resultado é o que qualquer cabo-verdiano atento sabe. Depois de muitas promessas e ditos compromissos estampados nos dois Programas do Governo, o Estado da Nação, em Educação é lamentável, refletindo-se na degradação da qualidade educativo, ao nível do Ensino Básico e Secundário, e na diminuição grave do número de alunos no ensino superior, agravado com a angústia de muitos Professores da Uni-CV que esperam há 7 e 8 anos para serem...
A nossa independência não foi um ponto final. Foi o início de uma responsabilidade imensa. Cinquenta anos depois, temos o dever de olhar em frente com a mesma fé que nos trouxe até aqui. Ergamos a cabeça! Abramos os olhos! Fechemos os punhos! Porque Cabo Verde não é uma marca turística. É um povo vivo, que pensa, que sente, que luta e que ama. E enquanto houver um só cabo-verdiano com fome, enquanto houver uma só criança sem escola, uma só mulher silenciada, um só jovem a querer partir por desespero… então, a luta continua.
A sétima edição do festival "Literatura-Mundo do Sal" arranca quinta-feira e vai homenagear quatro escritores lusófonos, com um programa dedicado aos 50 anos da independência de Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe.