O Governo pode repetir números, inaugurar programas, anunciar bolsas, linhas de crédito, garantias públicas e cursos de ocasião. Pode falar de juventude em todos os palanques e colocar jovens na primeira fila das fotografias. Mas a pergunta essencial permanece: onde esteve essa ambição durante quase uma década? Por que tantas soluções aparecem sempre perto das eleições? Por que a juventude só se torna prioridade quando o poder precisa renovar a sua própria sobrevivência?
A partir do final do século XIX, o 1º de Maio, instituído como Dia Internacional dos Trabalhadores, passou a ser celebrado em muitos países do mundo, tornando-se a efeméride um instrumento de organização da classe trabalhadora nas lutas por melhores condições de trabalho, salários dignos e direitos sociais.
Dois reclusos, tidos como altamente perigosos, fugiram da Cadeia Central da Praia, em São Martinho, na madrugada de quarta para quinta-feira, 23, entretanto acabaram capturados pelas autoridades policiais na noite de ontem.
O presidente norte-americano anunciou ter adiado ataques contra o país persa, alegando que a decisão foi tomada por estarem a decorrer “conversas muito boas e produtivas”. No entanto, o presidente do parlamento iraniano nega qualquer negociação com os EUA e diz tratar-se de uma “tentativa de escapar do atoleiro em que estão presos”.
Três homens foram detidos na cidade da Praia por suspeita de agressão sexual e homicídio agravado na forma tentada, tendo o tribunal decretado prisão preventiva, informou hoje a Polícia Judiciária (PJ).
É urgente acabar com as conferências sobre economia azul, definir e materializar investimentos estruturantes que libertem o país da dependência e criem soberania. O mar e a terra são as maiores riquezas nacionais, mas só se tornarão fontes de prosperidade se houver coragem política, visão estratégica e ambição financeira. Sem isso, continuaremos a importar aquilo que temos em abundância, presos ao papel e à retórica, celebrando como conquista aquilo que, na verdade, revela a nossa falta de ambição.
“Ao Estado não cabe fazer ninguém rico ou pobre, mas criar as condições para que todos acedam a iguais oportunidades”. Sim, esta formulação é uma narrativa sedutora pela sua lógica liberal. O problema é que ela falha precisamente no ponto em que mais importa: a distribuição das condições de acesso. Thomas Dye (2013) define política pública como “tudo aquilo que o governo decide fazer ou não fazer”. A definição é deceptivamente simples, mas tem uma consequência implacável: a inação é também uma escolha. E quando o Estado faz ou deixa de fazer escolhas...