Desafiando organizações internacionais, o comando militar e o autonomeado “governo de transição” da Guiné-Bissau, mantêm detidos dirigentes políticos que, no último domingo, participavam numa vigília em Gabú, frente à sede regional do PAIGC, onde exigiam a libertação dos detidos após o golpe de 26 de novembro.
Declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde, a propósito da decisão que irá sair da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo, que acontece amanhã na Nigéria, não foram vistas com bons olhos pelas lideranças da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental. O problema é que, segundo fontes da RDP África, em Abuja, a proposta é feita pelo Conselho de Ministros da CEDEAO, realizada à porta fechada.
A Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, que acontece no próximo domingo em Abuja, capital da Nigéria, parece estar antecipadamente inquinada. É que uma recomendação do chamado Conselho de Medição e Segurança da organização legitima a principal intenção dos golpistas: impedir a tomada de posse do candidato vencedor das eleições de 23 de novembro.
Fontes em Bissau garantem que a residência do presidente em exercício da Comissão Nacional de Eleições, Mpabi , foi cercada por vários homens armados com ligações a Umaro Sisso Embaló, numa ação de intimidação para o obrigar a declarar que as eleições de 23 de novembro são nulas, por, alegadamente, as atas e boletins de voto estarem danificados. A ação de intimidação terá ocorrido após o presidente da CNE ter anunciado uma conferência de imprensa para hoje. Entretanto, figuras da oposição continuam detidas na capital guineense.
Anúncio de Donald Trump foi celebrado nas ruas de Israel e Gaza, mas persistem interrogações sobre o que virá a seguir à troca de reféns e prisioneiros entre o Hamas e o governo de Telavive.
O escritor José Luís Hopffer Almada colocou no mercado em finais de Julho mais uma obra literária, “Exalações”, que reúne sete livros de poemas de Nzé Di Sant'y Ago, um dos nomes literário do autor.
Se quisermos que o tão proclamado turismo de excelência deixe de ser uma utopia decorativa, precisamos de políticas públicas bem desenhadas, compromisso de longo prazo, gestão competente e, acima de tudo, respeito pela ilha e pelo seu povo. O turismo deve ser um motor de desenvolvimento sustentável, inclusivo e digno. No entanto, enquanto se promete um turismo de qualidade, ignora-se o óbvio: falta de visão, ausência de investimentos estruturantes e falta de coragem para enfrentar os verdadeiros problemas. A “excelência” tornou-se num discurso bonito, vazio, mas fotogénico —...