Com apenas 4 anos de idade viajou do Fogo, onde nasceu no dia 28 de setembro de 1965, para a cidade da Praia. Pouco tempo depois, mudou-se para Santa Cruz, concretamente para a cidade de Pedra Badejo, onde cresceu entre homens do mar, agricultores, vendedores, comerciantes e cultores da arte. Sobretudo cultores da música, cujos sons, acordes e melodias o acompanham até o dia de hoje. Estamos a falar de Zé Galvão, o rockeiro de Santa Cruz. O único músico cabo-verdiano que gravou um disco de Rock Kriolu.
...essa trupe é tão falha de princípios de ética científica, que depois de terem levado umas valentes reguadas no parecer emitido por linguistas residentes em Portugal, foram de mansinho, para que ninguém se apercebesse, corrigir alguns lunatismos, sem nunca dizer que foram aproveitamentos de ensinamentos de quem sabe sem alardear, e que trabalha para a dignificação da língua cabo-verdiana, não para encher os bolsos ou abrilhantar os currículos, mas para que no céu da caboverdianidade a nossa língua-mãe seja a primeira e a estrela mais firme. Nós voltaremos enquanto esse perigo...
A autora cabo-verdiana originária da ilha de São Vicente, mas residente em Portugal, apresenta a sua mais recente obra literária na cidade da Praia, em Assomada e no Tarrafal. "Vendedeiras de Prazer", um romance baseado em histórias reais, é um grito de alerta para uma dura realidade da sociedade cabo-verdiana, onde se cruzam o abandono infantil, a violação e prostituição que afetam tantas crianças e jovens de Cabo Verde.
A construção do Monumento da Liberdade e Democracia, na cidade da Praia, tem sido pomo de discórdia entre os cabo-verdianos, com a oposição a questionar a oportunidade do investimento e o Governo a defender a sua continuidade.
O director-geral adjunto da Unesco para a Comunicação e Informação, Tawfik Jelassi, felicitou hoje Cabo Verde pela sua primeira inscrição no Registo Internacional da Memória do Mundo, com duas colecções documentais relacionadas com a escravidão.
Que se reerga a grande ilha do Porto Grande e Monte Cara pelo alento das suas valorosas gentes, com a solidariedade fraterna e firme dos cabo-verdianos de todas as ilhas e diásporas, contra projetos supremacistas malsãos engendrados por mãos estrangeiras, ainda que acolitadas por serventuárias nacionais. Hoje mais do que nunca faz sentido o verso de «súplica« de Djoya «sonsent nxina-me oiá lus di sol». Que o sol do novo dia te seja de novo radioso, Sonsent.
O Terreiro do Paço, em Lisboa (Portugal), recebe no domingo, 31, um espectáculo gratuito e ao ar livre de batuco a ser protagonizado pelas batucadeiras Mondon de Eugénio Lima, grupo formado por imigrantes cabo-verdianos residentes em Portugal.