“Não deixar ninguém para trás”. Este é o compromisso assumido pela ANCEFA - no 8° Fórum Pan-Africano sobre Educação realizado dias 27 e 28 de Novembro em Lomé - assim como muitos defensores dos direitos da sociedade civil e da educação, quando assinaram a agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
Em 2001, já lá vão cerca de 18 (dezoito) anos, o PAICV vencera as eleições legislativas e o eleitorado cabo-verdiano achou por bem conceder-lhe, no total, a vitória em três (3) eleições sucessivas, mantendo-o no poder durante 15 anos.
O deputado do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), José Veiga disse hoje que “grande maioria” dos cabo-verdianos quer sair do país por falta de perspectivas num futuro melhor.
Celina Pina Shemo, norte-americana de ascendência cabo-verdiana. Filha de mãe cabo-verdiana de terceira geração e pai de segunda geração, é psicóloga, tem uma experiência de trabalho de 27 anos sobre trauma de abusos sexuais, principalmente contra crianças. Está em Cabo Verde para partilhar sua trajetória de vida pessoal e profissional na área da saúde emocional, onde, neste exclusivo ao Santiago Magazine defendeu que “Cabo Verde precisa canalizar dinheiro para a formação de profissionais assistentes de psicologia para semanalmente trabalhar com as famílias e as vítimas...
Que só vai beneficiar 8% do total dos Funcionários Públicos!
Cabo Verde é uma democracia recente. Não obstante o país figurar na posição 33º no ranking das democracias a nível mundial, o sistema é ainda frágil, imperfeito, ou, como preferem dizer os politólogos, é mais formal do que substantiva. Falar sobre o papel dos media na promoção da democracia em Cabo Verde, obrigam-nos a sobrevoar, ainda que de forma meteórica, o contexto politico, social, económico e cultural que enforma a paisagem mediática nos últimos 40 anos.