Os hospitais e instituições públicas devem 1.166 milhões de escudos (10,5 milhões de euros) à empresa pública Emprofac, responsável pela importação e distribuição de medicamentos para o arquipélago, dívida a amortizar em prestações anuais conforme acordo com o Governo.
O Governo está a trabalhar a “todo vapor” na agenda das privatizações ao nível de vários processos, e todos os sectores envolvidos estão engajados para sua aceleração, disse hoje, na Cidade da Praia, vice-primeiro-ministro, Olavo Correia.
O exponente é um doente diabético, estando por isso sujeito a consumir vários medicamentos, alguns dos quais só importados mediante pedido do interessado, através de uma carta endereçada ao PC da ERIS, cuja cópia vai anexa a esta exposição, para que aquela entidade autorize uma Farmácia da praça a fazê-lo; Senhor Ministro: Esta Instituição está localizada no último andar de um prédio de cinco andares e sem elevador, devendo um idoso (cujas pernas se tornaram fracas ao longo da sua vida e vivência difíceis) subir e descer para entregar a carta e novamente subir e descer...
A Procuradoria Geral da República mandou arquivar o processo contra os empresários Gil Évora e Carlos Anjos, que tinham sido acusados pelo Ministério Público de “usurpação de autoridade cabo-verdiana”, por não ter havido provas de que teriam ido à Venezuela como emissários oficiosos do Governo, supostamente, para negociar a não extradição de Alex Saab para os EUA. Agora, ilibados do crime de que estavam suspeitos, avançam com processos judiciais contra o jornal El Nuevo Herald, de Miami, a TCV e a comentadora Rosário Luz.
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição) solicitou hoje a intervenção do Ministério Público (MP) sobre o relatório de auditoria à empresa pública Infra-estruturas de Cabo Verde (ICV), que apresenta “vários indícios de irregularidades”.
O Ministério Público (MP) determinou abertura de instrução para investigar factos, por ora, indiciados de ilícitos criminais, nomeadamente, os Crimes de infidelidade, Peculato e Defraudação de Interesses Patrimoniais Públicos, supostamente praticados pela antiga administração da Emprofac – Empresa Nacional de Produtos Farmacêuticos - presidido por Gil Évora (foto).
A Inspecção-geral das Finanças (IGF) esclareceu, em nota de imprensa, que o relatório sobre a gestão da Emprofac, que aponta para “irregularidades”, foi submetido à instância judiciária para apuramento de eventuais responsabilidades, sejam elas civis, criminais e ou financeiras.