Cabo Verde e o Brasil assinaram hoje um memorando de entendimento no domínio da Cultura e Indústrias Criativas, reforçando a cooperação bilateral. “O memorando prevê ações em relação à política da economia criativa, a formação, o audiovisual e a troca de experiências em mecanismos de financiamento cultural”, precisou a ministra da Cultura brasileira, Margareth Menezes.
Como nos adverte John Maynard Keynes, a verdadeira dificuldade não reside na formulação de novas ideias. Ela reside sim, em libertarmo-nos das velhas. 50 anos de um Estado independente, não é tempo mais do que suficiente para reconhecermos que algumas das velhas ideias sobre a luta contra a pobreza em Cabo Verde precisam, urgentemente, de serem revistas. Custa-nos ser ousados, ou até utópicos em pensar e experimentar novas alternativas?
De 06 a 08 de abril, a Plataforma das Organizações Não Governamentais de Cabo Verde promove o Encontro Nacional das Organizações da Sociedade Civil, sob o lema “A Força da Sociedade Civil na Construção do Desenvolvimento”, um espaço de diálogo, partilha e construção conjunta, um ponto de partida para um novo ciclo mais forte, mais articulado e mais influente, presidido pelo presidente da República.
A iniciativa de José Maria Neves surge após uma visita à Reserva Natural Integral de Santa Luzia - a maior área protegida de Cabo Verde -, na sua qualidade de Patrono da Aliança da Década do Oceano e Champion da União Africana para a Preservação do Património Natural e Cultural de África.
Ulisses Correia e Silva gosta da bajulação, abomina massa crítica e tem como característica central da sua genética vivencial a deslealdade, a ingratidão e a vingança, que esgrime com maestria e procura infligir aos seus adversários e inimigos reais ou imaginários no momento certo. Toda a gente que o conhece relativamente bem sabe disso, mesmo aqueles que agora fingem apoiá-lo para mais tarde lhe aplicarem a ferroada de escorpião.
O cirurgião português que liderou e realizou o primeiro transplante de rins em Cabo Verde virou herói nacional e destaque na imprensa portuguesa pelo feito histórico. Recuperamos a entrevista exclusiva que deu ao Santiago Magazine há três anos onde alertava o país para a necessidade vital de se aprovar a lei do transplante e assim "deixar de matar doentes".
Respondendo ao plano de paz apresentado pelos Estados Unidos da América, as autoridades de Teerão impõem cinco condições para um cessar-fogo. São elas: a interrupção total da “agressão e assassinatos” pelos inimigos do país, a criação de mecanismos concretos que impeçam a retomada do conflito, o pagamento garantido de reparações de guerra, o encerramento das hostilidades em todas as frentes, incluindo grupos aliados na região, e o reconhecimento da soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz.