O desempenho do mercado de trabalho de Cabo Verde tem melhorado, desde 2016, mas há sinais que merecem atenção e debate, segundo um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) apresentado hoje na capital, Praia, num evento do Governo.
O ministro da Indústria, Comércio e Energia visitou hoje, na Boa Vista, obras de modernização da rede eléctrica, investimento de 1,1 milhões de euros que concluiu a primeira fase de adaptação da ilha ao sistema de gestão nacional.
O ex-presidente reiterou não ter intenções de ser candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. “Não está na minha cabeça e nos meus horizontes voltar a ser candidato”, disse Jorge Carlos Fonseca que, no entanto, não descartou a possibilidade de regressar à vida política: “na política não é prudente dizermos nunca mais”.
O processo de criação de novos postos de trabalhos ajuda a impulsionar o crescimento econômico, não apenas na Cidade da Praia, mas também em todo Cabo Verde.
Na primeira sessão plenária de janeiro da Assembleia Nacional a União Cabo-verdiana Independente e Democrática confronta o Governo de Ulisses Correia e Silva sobre os acordos de pescas e, nos transportes, sobre as “incertezas” nas ligações aéreas e “irregularidades” nas ligações marítimas. O mote das intervenções da UCID foi dado pela deputada Dora Pires.
Reagindo a nova ameaça de Donald Trump, que reiterou a intenção da sua administração em anexar a Gronelândia, Jens Frederik Nielsen disse que a ilha ártica está aberta ao diálogo, mas exige respeito pelo Direito Internacional e pelos canais diplomáticos. Por sua vez, o embaixador de Copenhaga em Washington afirmou que o seu país espera “respeito total da integridade territorial do Reino da Dinamarca”.
Num verdadeiro Estado de direito democrático, a justiça não escolhe alvos nem atua em função de calendários eleitorais. Quando isso acontece, deixa de ser justiça e transforma-se em instrumento político. É essa a perceção crescente de amplos setores da sociedade cabo-verdiana: a de que a PGR, ao invés de servir exclusivamente a Constituição e a legalidade, está a ser instrumentalizada para proteger o poder instalado e neutralizar quem defende um Cabo Verde mais justo, mais solidário e verdadeiramente inclusivo.