
O secretário-geral do partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade defendeu hoje a abertura de linhas de crédito para as rabidantes do Mercado de Terra Branca, na cidade da Praia, e o apoio à integração dos imigrantes. “A solução que o PTS propõe é criar um mecanismo de crédito destinado a estas vendedoras informais, na sua maioria mulheres, permitindo-lhes prosperar nos seus negócios”, defendeu Jailson Gonçalves da Silva.
O secretário-geral do partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS) considerou esta terça-feira, 05, que é preciso abrir linhas de crédito para as vendedoras informais do Mercado de Terra Branca, na cidade da Praia, e apoios à integração dos imigrantes.
Jailson Gonçalves da Silva falava aos jornalistas durante uma ação de campanha com a população na rotunda do Mercado de Terra Branca, onde ouviu algumas das principais dificuldades enfrentadas pelas famílias e vendedeiras informais desta zona.
De acordo com o secretário-geral do PTS, muitos cidadãos têm rendimentos insuficientes para adquirir produtos alimentares básicos, enquanto os vendedores e vendedoras informais, conhecidas também como rabidantes, enfrentam dificuldades de acesso a crédito para desenvolverem as suas atividades.
“A solução que o PTS propõe é criar um mecanismo de crédito destinado a estes vendedores informais, na sua maioria mulheres, permitindo-lhes prosperar nos seus negócios”, indicou a mesma fonte.
O mecanismo incluirá, também, formações profissionais que abram portas a linhas de crédito, garantindo um financiamento digno para melhorar a qualidade do comércio local, explicou Jailson da Silva.
Criação de Gabinete de Apoio aos Imigrantes
Outro desafio identificado está relacionado com imigrantes provenientes da costa africana, que afirmam enfrentar anos de burocracia para obtenção de documentação.
“Este é um problema que precisa de atenção, até porque esta comunidade tem contribuído significativamente para a economia de Cabo Verde”, acrescentou o dirigente.
Como resposta, o PTS propõe a criação de um gabinete de apoio aos imigrantes, desde a sua chegada a Cabo Verde até à obtenção da nacionalidade.
C/Inforpress
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