Jantar com Trump: Ex‑agente da CIA sustenta que tiroteio foi “forjado”
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Jantar com Trump: Ex‑agente da CIA sustenta que tiroteio foi “forjado”

Antigo analista de inteligência Larry Johnson disse que o tiroteio no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, que aconteceu no último sábado em um hotel de Washington, teria sido “completamente encenado”, sugerindo que se tratou de uma manipulação mediática ou “teatro político”.

Larry Johnson, um ex-agente da CIA especialista em análise de inteligência sustenta que o tiroteio no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca teria sido “completamente encenado” e sugerindo que o evento foi parte de uma manipulação mediática ou “teatro político”. Uma alegação que contraria relatos oficiais sobre o incidente ocorrido no Washington Hilton no último sábado, 25.

Johnson diz que o Serviço Secreto quebrou protocolos de segurança, evacuando primeiro o vice‑presidente JD Vance enquanto deixava o presidente Donald Trump para trás, e que isso indicaria uma encenação, conforme tivemos ocasião de referir em nossa notícia anterior.

O ex-agente da CIA levanta a hipótese de que o ataque tenha sido uma manipulação, lembrando que o atirador escapou sem ser alvejado, como determina o padrão em situações como essa, e apenas algemado.

O tiroteio no jantar — um evento tradicional que, tradicionalmente, reúne o presidente norte-americano, altos funcionários do governo e centenas de jornalistas, pela primeira vez com a presença de Donald Trump — resultou na detenção do suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, um professor de Torrance, Califórnia, que atravessou armado as barreiras de segurança.

Allen foi detido por agentes do Serviço Secreto e enfrenta acusações que incluem uso de arma de fogo em crime violento e agressão a um oficial federal.

Membros da cúpula do governo norte-americano foram retirados da cena após os disparos, não deixando o jantar por escolha própria, mas por medidas de segurança urgentes. Um agente do Serviço Secreto teve ferimentos leves graças ao uso de colete à prova de balas.

Relatos oficiais destacam que Cole Allen agiu sozinho, no estilo “lobo solitário”.

C/DCM
Foto: DR

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Redação

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