O secretário-geral do Partido Africano da Independência de Cabo Verde, Vladmir Silves Ferreira, garantiu ontem no Maio, que o partido já dispõe de uma estrutura política organizada para vencer as eleições legislativas e dar resposta aos problemas da ilha “ignorados pelo MpD”.
Cabo Verde deverá realizar nos próximos meses o primeiro transplante renal do país num projeto com apoio de Portugal, disse esta quarta-feira, 28, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante uma visita de três dias ao arquipélago.
Num mundo cada vez mais interligado, viajar deixou de ser apenas lazer ou deslocação de trabalho: tornou-se parte integrante da vida de milhões de pessoas. Para muitos cabo-verdianos e cidadãos de outras nacionalidades, deslocar-se entre países faz parte de uma rotina que combina diáspora, turismo e oportunidades profissionais. Mas a mobilidade global traz também desafios importantes e a saúde longe de casa é um dos mais urgentes. Criada em 2017, a Viscura International nasceu da visão de solucionar esse desafio, combinando assistência médica internacional com coordenação...
Pronunciando-se hoje sobre o processo de concessão do projeto turístico no Ilhéu de Santa Maria, José Maria Neves desmentiu o Governo, alegando que contou com um “forte envolvimento” e negociação com a autarquia da capital. Lembrando que era o primeiro-ministro à data da assinatura do contrato, o presidente da República disse que a Câmara Municipal da Praia, tendo como presidente Ulisses Correia e Silva, foi peça fundamental em todo o processo.
A Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) está a enfrentar perturbações significativas nas suas operações, tanto nas ligações domésticas como internacionais, devido a problemas operacionais e condições meteorológicas adversas, anunciou hoje a companhia.
O debate sobre a regionalização deve começar onde os desiquilibrios são mais visíveis. E, na Ilha do Sal, esses desiquilibrios são claros, mensuráveis e urgentes. A regionalização é uma oportunidade para corrigir injustiças, melhorar a governação e garantir que o desenvolvimento não se faz à custa da dignidade das pessoas nem da sustentabilidade do território.
Rompendo, pelo menos uma vez, um reiterado percurso de cedência às pressões do presidente norte-americano, a Europa, finalmente, bateu o pé, e Donald Trump teve de se encolher para evitar males maiores. Ao ameaçar vender a dívida dos EUA, os europeus chamaram a atenção de Trump e fê-lo recuar nas ameaças de anexação da Gronelândia. A retórica agressiva esbarrou na matemática. A mudança brusca da bravata para a incontornável realidade tem uma explicação simples: o inquilino da Casa Branca percebeu que, se a Europa levasse a ameaça avante, o dano seria incontrolável.