Será este o meu papel ontem, hoje e enquanto existir relativamente em Chã das Caldeiras, o centro da minha nação. Seria o papel de cada um cabo-verdiano que realmente gosta do seu PAÍS, frente à proliferação da demagogia e ao mercenarismo politico adoptado por este GOVERNO. Fomos literalmente assaltados por um grupo organizado, mas que cada um tome conta do seu pedaço e resgatemos o País que vai num plano inclinado a ouvir música de distração. Ouvi o deputado Filipe Santos e o seu colega Luís Alves, que agora não aparece em negrito sabe ele lá porquê, mas vou desconstruindo...
A ministra das Infraestruturas, Ordenamento do Território e Habitação apontou, esta segunda-feira, 8 de abril, as barragens sem água, estradas onde não se circula e casas vazias como exemplos de má gestão das obras públicas que o Governo quer combater.
É esta entidade pública que é responsável para o o maior territorio do Fogo que engloba todo o sitio de Chã das Caldeiras, o perímetro florestal de Monte Velha, a Bordeira, ocupando assim partes dos três Municípios do Fogo. Santa Catarina do Fogo tem a maior parte.
Já lá vai algum tempo, estive sentado com um ancião sãonicolauense, numa parede adjacente à sua residência e a estrada que liga a Cidade da Ribeira Brava à Cidade do Tarrafal, a bater o nosso papo habitual.
Criado em 1971, Santa Cruz tem feito um percurso notável no seu processo de desenvolvimento. Portador de grandes potencialidades nos domínios da agricultura e pecuária, o concelho já albergou a maior infraestrutura agroindustrial do país, tendo sido ao longo dos anos considerado o celeiro de Cabo Verde, estatuto que a atual liderança quer resgatar, para garantir a centralidade de Santa Cruz no contexto do processo desenvolvimento nacional.
O MpD, pela boca do primeiro-ministro disse Cabo Verde está a passar por reformas reconhecidas pelas instituições financeiras internacionais e parceiros com impacto no crescimento económico, no aumento de rendimento via emprego, inclusão social e aumento da massa salarial da Função Pública. O PAICV contesta e a UCID questiona. Estes dois partidos da oposição entendem que tudo isso não passa de conversas da maioria.