É comum atribuir-se a Fernando Quejas o prodígio de ter sido o ‘primus inter pares’ de colocar o folclore cabo-verdiano, particularmente morna e coladeira, em meios sociais portugueses de alguma reputação e que serviu de trampolim a esses géneros para alcançarem outras esferas.
Os primeiros textos de João de Deus Lopes da Silva que tive a oportunidade de ler foram os poemas da sua autoria constantes da colectânea antológica Jogos Florais 12 de Setembro de 1976, publicada em 1977 pelo recém-criado Instituto Cabo-Verdiano do Livro, então dirigido pelo eminente jurista e intelectual Dr. Manuel Duarte (autor do célebre ensaio “Cabo-Verdianidade e Africanidade”, bem como de um não menos conseguido panfleto anticolonial denominado “Cabo Verde e a Revolução Africana”, assinado por A. Punói e constante do seu livro póstumo de ensaios literários,...
(Poema de Carlos Alberto Sousa Mendes – Princezito - com crítica de Maria Augusta Évora Tavares Teixeira* )
Às memórias do poeta José Lopes da Silva
Num momento em que aguarda julgamento em prisão preventiva pelo alegado caso de “tentativa de homicídio, ameaças, ofensas, sequestro, posse ilegal de arma e roubo com violência”, eis que surge uma boa notícia para o luso-cabo-verdiano. O Tribunal de Valência, de acordo com a imprensa espanhola e portuguesa, terá arquivado um processo relativo a outra queixa contra o jogador.
Histórias de encantar e brincadeiras são as atividades que vão marcar o Dia Mundial da Língua Materna na ilha do Sal, que se assinala a 21 de Fevereiro. Este ano, a Câmara Municipal escolheu como palco das celebrações o Museu do Sal, em Santa Maria.
Esta publicação dá sustentabilidade histórica e técnica ao Vulumi I do Libru Grandi di Nhara Sakedu, que, por sua vez, é um livro de Registo, Memória e Auto-ficção, escrito em Língua Cabo-verdiana.