A Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) vai entregar hoje, pela primeira vez, o Prémio Amílcar Cabral, distinguindo o economista guineense Carlos Lopes, anunciou a instituição.
Coincidindo com a data da morte de Amílcar Cabral, ocorrida a 20 de janeiro de 1973, Cabo Verde assinala hoje o Dia dos Heróis Nacionais, homenageando todas e todos os que lutaram contra o colonial-fascismo e pela independência nacional.
Sendo do conhecimento de todos o que está a acontecer na República da Guiné-Bissau e sendo por demais evidente a responsabilidade do Senhor Umaro Sissoco Embaló, candidato derrotado nas eleições recentes (para isso já apontavam todos os dados), na criação dessa situação de instabilidade institucional, de atentado às instituições do Estado e ao processo eleitoral em curso, numa total sublevação contra o Estado de Direito Democrático, com prejuízos para o país e para a vida dos cidadãos, o Estado de Cabo Verde tem fazer a devida leitura e agir em consequência. Ou seja,...
Este Governo, desgastado sem ter trabalhado, já não serve Cabo Verde. A única solução democrática é regressar à oposição para reaprender o que significa governar e liderar com verdade. Só assim poderemos reconstruir um Cabo Verde digno, justo e fiel à visão de Amílcar Cabral um Cabo Verde onde as nossas crianças possam sonhar e viver com esperança.
Um documentário sobre o político africano independentista Amílcar Cabral, do realizador espanhol Miguel Eek, coproduzido por Portugal, vai estar em novembro no Festival Internacional de Documentário de Amesterdão (IDFA), hoje anunciado.
O Movimento para a democracia, pela sua importância na dinâmica política nacional, mobilizou Caboverdianas e Caboverdianos de valor, quer no país quer na diáspora. A estes conterrâneos e militantes da democracia, não permitam que o vosso investimento na Nação para nossos filhos venha a ser assaltado e vandalizado em nome de nada. É preciso guardar esta sementeira dos corvos, da "tchota" como porta de quartel. É preciso mondar "padja runho" para não "npatar" o lugar, como diria o grande Kaká Barbosa.
A 12 de setembro de 1924, sensivelmente à uma hora da madrugada, nascia em Bafatá, na então Guiné colonial, Amílcar Lopes Cabral. Líder da luta de libertação nacional, intelectual e ideólogo das lutas contra o colonialismo, o seu legado político e ideológico está para além das fronteiras e o seu sonho continua presente e inalterável: um mundo de iguais, com justiça, progresso social e desenvolvimento.