A Uni-CV foi condenada em 2017 pelo STJ, em 2023 foi executada, alega que efetuou o pagamento e demostro a inexistência, nulidade ou presunção legal desse suposto pagamento para outra finalidade e o consequente incumprimento da condenação.
A edição da primeira parte deste artigo de opinião, teve lugar em meados de Agosto do presente ano económico, graças ao habitual e grande gesto de Santiago Magazine [Cf.: https://santiagomagazine.cv/ponto-de-vista/o-mundo-em-novas-conjunturas-geopolitica-e-geoeconomica-o-papel-e-relevancia-da-inteligencia-artificial-i. Divulgado a 18.09.2025]. Isto é, deste grande jornal digital, de renome e repercussão internacional. Isto deve-se ao facto de se tratar de um jornal de grande destaque, tendo alcançado uma grande performance qualitativa [no sentido literário das coisas], não só no...
A liberdade de imprensa e de Expressão é um valor inalienável da democracia, mas não pode ser confundida com a licença para difamar, caluniar ou manipular factos. A Uni-CV reserva-se, portanto, o direito de recorrer aos meios legais adequados à defesa da sua honra institucional e do bom nome dos seus colaboradores.
O painel inaugural da IV Conferência da Década do Oceano lançou um debate global e apelou ao reforço da cooperação internacional tendo o oceano como eixo. É preciso reforçar a cooperação global para proteger o futuro dos oceanos - foi o apelo lançado por Ibukun Adewumi.
Em matéria linguística podemos ser parceiros soberanos, nunca súbditos de qualquer cagança científica estrangeira, sobretudo se ela nos cheira ao retorno duma trapaça já desmascarada, venha duma argêntea montada em milhões ou do zé da esquina onde bebo os copos. Por isso voltamos a dizer: não aceitaremos a mediocridade e a ignorância de compêndio, inda venha embrulhada em capas doutorais. Ao vir intimar os bravos cabo-verdianos (é certo que os há também pusilânimes e traidores) com diktats supremacistas, a madre do projeto ORIZON deu um tiraço de canhão nos dois pés e,...
O Governo de Cabo Verde e a organização do Congresso Internacional de Quadros do país esperam reunir 500 participantes da diáspora e do arquipélago num encontro agendado para outubro, na capital, Praia, anunciaram esta quarta-feira, 17.
...o crioulo cabo-verdiano está vivo e vibrante. Mas impor-lhe um padrão artificial, “laboratorial”, sem trabalhar o preconceito muito baseado no chamado bairrismo entre ilhas e regiões vai desembocar sempre em situações em que alguém vai conseguir demonstrar que o padrão se baseia e se parece mais com uma variedade de uma região do que de outra. Poderia ter um efeito semelhante ao do occitano: dividir em normas concorrentes, afastar os falantes, e fragilizar a própria apropriação da língua.