Dez anos depois, o resultado é claro: dependência, estagnação e retrocesso. Cabo Verde não precisa de avales eternos, mas de liderança e coragem para fazer o país descolar. Francisco Carvalho não promete milagres; apresenta provas. Não governa com slogans, mas com responsabilidade. Ele é a rutura necessária, a resposta ao esgotamento e o antídoto ao abuso de poder.
O Quintal das Artes é uma riqueza cultural, económica e simbólica. As peixeiras são trabalhadoras que sustentam famílias e merecem condições adequadas para fazê-lo. Estas duas realidades não são incompatíveis, pelo contrário, poderiam coexistir, se houvesse visão. Mas visão exige respeito, auscultação e responsabilidade. São Vicente não precisa de mais ruído político nem de conflitos desnecessários. Precisa de políticas culturais pensadas com seriedade e de decisões públicas que coloquem as pessoas, e não a conveniência, no centro.
A nobreza da missão, objetivos e princípios estatutários dessa instituição, infelizmente, foi ofuscada e até comprometida com a prática de atos ilegais que já foram submetidos às instâncias judiciais próprias para apreciação e decidiram condená-la com trânsito em julgado de acórdãos condenatórios que deveriam levá-la a arrepiar o caminho mas, infelizmente, continua nessa mesma senda de práticas ilegais, conforme a mais recente sentença condenatória do juízo do trabalho da Praia que considerou que ocorreu um despedimento ilegal e aplicou-a as devidas consequências.
Com apenas 4 anos de idade viajou do Fogo, onde nasceu no dia 28 de setembro de 1965, para a cidade da Praia. Pouco tempo depois, mudou-se para Santa Cruz, concretamente para a cidade de Pedra Badejo, onde cresceu entre homens do mar, agricultores, vendedores, comerciantes e cultores da arte. Sobretudo cultores da música, cujos sons, acordes e melodias o acompanham até o dia de hoje. Estamos a falar de Zé Galvão, o rockeiro de Santa Cruz. O único músico cabo-verdiano que gravou um disco de Rock Kriolu.
Euclides Cabral, candidato do PAICV à Câmara Municipal de São Lourenço dos Órgãos, afirma-se motivado em devolver “São Lourenço aos laurentinos, ou seja, promover a união, criar espaços de diálogo e de participação cívica, enquanto caminho e oportunidade para se aproveitar e alavancar as potencialidades naturais, infraestruturais, históricas e humanas do município que estão sendo “subaproveitadas para não dizer desvalorizadas.” Na opinião deste candidato, “o município parou no tempo em termos de desenvolvimento económico, social e humano, pelo que é preciso...
" Se formos a ver bem, oscabo-verdianos não são deCabo Verde"
O privado não se mostrou sensível às demandas públicas. Para o bem e para o mal, continua o Estado a elencar grandes investimentos na tentativa de driblar os fracassos a nós infligidos, pelos sucessivos Governo do MpD. As escolas, as estradas, os hospitais, as arenas desportivas e mesmo os locais para cultos continuam tendo empurrão do Estado de Cabo Verde. O setor privado nacional revelou-se grande vilão da coisa publica nacional: LEVANDO CADA VEZ MAIS PARA PRODUZIR CADA VEZ MENOS. O MENOS ESTADO do UCS e OC significa dar menos assistência àqueles que em toda a circunstancia MAIS...