Em vez de atacar os direitos adquiridos, o projeto CABO VERDE PARA TODOS vai apresentar aos Cabo-Verdianos um verdadeiro pacto de regime para a segurança social, que passasse por combater a precariedade, valorizar os salários (aumentando assim as contribuições) e, acima de tudo, criar condições para que os jovens que emigraram possam regressar e contribuir. Discutir o aumento da idade da reforma sem falar de emigração e de salários é discutir o problema com uma mão amarrada nas costas e a outra pronta a tirar do bolso dos pensionistas aquilo que é seu por direito.
...cada cabo-verdiano tem responsabilidades concretas. Nas próximas semanas, é prudente reduzir despesas não essenciais, constituir uma reserva alimentar de um a dois meses, garantir o stock de medicamentos essenciais e evitar o endividamento desnecessário. O Governo de Cabo Verde deve ativar os seus mecanismos de resposta a crises, reforçar as reservas estratégicas de combustível e alimentos, e negociar com os parceiros externos a estabilização das linhas de abastecimento. A resiliência de Cabo Verde não será determinada apenas pelo que acontece em Teerão ou Washington, será...
O amadorismo e a “esperteza política”, que se manifestam tanto nas esferas superiores como inferiores da nossa Administração, frequentemente alimentados por jogos político-partidários marcados por interesses pessoais e de grupo, constituem, a meu ver, um dos maiores entraves ao progresso do país. Com demasiada frequência, pessoas sem a preparação adequada chegam a posições de decisão. Como consequência, tanto as instâncias intermédias como operacionais sofrem os impactos dessa fragilidade, gerando instituições com baixo grau de efetividade (não obstante os seus custos de...
Com salão cheio, Francisco Carvalho esteve com emigrantes cabo-verdianos em Queluz, Portugal, num encontro marcado por uma forte participação da comunidade. O líder do PAICV disse que, após uma década de “políticas falhadas”, o MpD quer “ludibriar” os cabo-verdianos” e que os transportes são um “indicador do estado de degradação país”. E apresentou algumas das propostas para o futuro de país, em áreas como a saúde, a educação, a formação, os transportes, a habitação e o acesso à administração pública, entre outras.
No rescaldo da “Presidência na Diáspora” em França, José Maria Neves destacou o nível de empoderamento e vontade de participação dos emigrantes cabo-verdianos e a sua convicção de que a nossa diáspora “está mais forte, mais integrada e mais preparada” para contribuir para o desenvolvimento de Cabo Verde.
Após a visita aos Estados Unidos da América, onde teve encontros e efetuou contactos com a comunidade residente naquele país, Francisco Carvalho vai estar no próximo sábado em Portugal. Em conversa com Santiago Magazine, o presidente do PAICV fez o balanço da viagem aos EUA, deu conta das reivindicações dos emigrantes e avançou algumas propostas apresentadas à comunidade.
Jovens da diáspora, em França, manifestaram ontem o desejo de ver reforçada a influência do Presidente da República na facilitação dos investimentos dos emigrantes e na ampliação da sua participação no desenvolvimento do país. José Maria Neves ouviu atentamente e disse querer colocar na agenda os desafios que demandam da Geração Z. Nesse sentido, o presidente da República reiterou a intenção de continuar a dinamizar debates deste género, dando voz às inquietações e aspirações da juventude.