Líder do PAICV defende governação assente na dignidade humana

O comício, realizado na noite de ontem no Mindelo, contou com intervenções de Francisco Carvalho, e do cabeça de lista por São Vicente, João do Carmo, com propostas centradas no reforço do papel do Estado e na melhoria das condições de vida dos cabo-verdianos. Tanto o líder do partido como o cabeça de lista apelaram à mobilização dos eleitores, destacando as eleições de 17 de maio como uma oportunidade para mudar o rumo do país e construir uma governação assente na dignidade humana.

Francisco Carvalho: “Maior projeto social de qualquer país é o emprego”

Na tarde de ontem, o líder do PAICV participou em uma roda de conversa com empresários em São Vicente. O candidato à sucessão de Ulisses Correia e Silva sublinhou, ainda, que os empresários são os maiores parceiros na sua criação. E salientou que o fortalecimento do tecido empresarial permitirá não só aumentar a geração de emprego, mas, também, melhorar a arrecadação de receitas fiscais e reforçar a capacidade do Estado em redistribuir riqueza e garantir maior estabilidade social.

Rely Brito: Transportes interilhas “é uma questão de coesão nacional”

Para o presidente da Câmara Municipal do Maio este não é apenas um tema local, “é uma questão de coesão nacional e de igualdade de oportunidades” entre ilhas. Nesse sentido, avança com propostas claras, não só para a sua ilha, mas também para todo o arquipélago, o que passa desde logo por um “plano de contingência nacional para as ilhas mais expostas.

José Maria Neves preocupado com regras mais restritas à imigração em Portugal

Em entrevista à TSF/Jornal de Notícias, além de manifestar preocupação com as restrições à imigração na Europa e no mundo, o presidente da República disse que as comunidades cabo-verdianas também são afetadas pelo discurso do ódio e, quanto aos vistos para os EUA, defendeu ser necessário continuar a criar pontes de diálogo. José Maria Neves reconheceu, ainda, que o país não tem tido sucesso na implementação de algumas políticas, nomeadamente nos transportes interilhas, defendeu a partilha do poder e o diálogo entre partidos políticos, disse que o presidente não é...

O Caso na Saúde e a Ponta do Iceberg dos Desafios de Cabo Verde

Assistimos a um importante debate em torno do recente caso na saúde, revelando uma profunda preocupação dos cabo-verdianos com a qualidade de respostas do setor. Do meu ponto de vista, mais do que as debilidades e condicionalismos existentes, o que está em causa é algo muito mais grave: a crescente perda de confiança da população nas estruturas de saúde. Em matéria de saúde, não bastam condições de tratamento, é fundamental que haja a confiança!

Quando a confiança se perde: CABO VERDE

Os últimos dados da Afrosondagem, realizados através de inquérito nacional de opinião pública, revelam queda acentuada nos indicadores de confiança na governação do Primeiro-Ministro UCS. Em 2022, dados oscilavam para 57% e, em 2025, baixou para 31%, com uma variação percentual de - 26 pontos. Ou seja, nos últimos 3 anos, o governo liderado por UCS perdeu 26 pontos de confiança dos cabo-verdianos. Os dados recentes revelam deterioração acentuada da aprovação governamental em Cabo Verde. A avaliação positiva do Governo despencou de 80% (2022) para 47% (2024), representando...

Cronologia do apocalipse ventoinha

O MpD se apresentará às próximas eleições legislativas de 17 de maio, ao nível interno, com um Governo inoperante, gordo, cansado, sem ideias e com desempenho altamente deprimente e negativo, na sequência de duas pesadas derrotas eleitorais recentes: presidenciais de 2021 e autárquicas de 2024, com uma lista de candidatos a deputados que mais parece uma lista de candidatos a imunidade parlamentar do que de representantes do povo e, num contexto internacional, com uma pressão inflacionária brutal propiciadora do agravamento do descontentamento popular contra o Governo que já é...