A solidão e o isolamento são elementos estressantes, neutralizam qualquer um, atrofiando todo o fluir do nosso estado emocional e felicidade. Quando não temos ninguém para partilhar nossas deceções e tristezas, perdemos o rumo e as respostas possíveis são justamente a dor e pensamentos derrotistas. Com isso, perdemos a capacidade de fazer a melhor gestão das nossas crises internas, gerando tristeza, desânimo e até depressão.
O novo bispo da Diocese de Santiago recebeu hoje um banho de multidão à sua chegada à Cidade da Praia, num percurso marcado por manifestações de acolhimento desde o aeroporto até à sede do bispado, onde passará a residir.
A Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF) apresentou hoje, na Praia, os novos equipamentos da selecção nacional para o Mundial 2026, uma imagem renovada que, segundo o seu presidente, assenta nos pilares da "união, resiliência e ambição".
Uma petição pública, subscrita por mais de 500 cidadãos cabo-verdianos, endereçada ao presidente da Assembleia Nacional, exige que o Parlamento tome uma posição institucional e formal à decisão do Tribunal Constitucional, consubstanciada no Acórdão n.º 14/TC/2026, de 9 de março de 2026, o qual declarou inconstitucional a Resolução n.º 188/X/2025 que criou a Comissão Parlamentar de Inquérito “Amadeu Oliveira”. Entendem que essa decisão, pelos fundamentos invocados e pelos seus efeitos práticos, “viola o princípio da separação de poderes,...
Em período eleitoral, a legalidade não é apenas formal, é também material. E, neste caso, salvo o devido respeito pela opinião contrária, não creio que o ato resista a esse teste. Ignorar estes princípios é esvaziar o próprio sentido do Direito Eleitoral e ferir o Estado de Direito Democrático.
O Partido Popular (PP) interpôs um recurso junto ao Tribunal Constitucional contra a decisão do Tribunal da Comarca da Boa Vista, que rejeitou a sua lista de candidatos às eleições legislativas de 17 de Maio por aquele círculo.
O comunicado do gabinete do ministro Eurico Monteiro sobre a nomeação de Gilmara Martins como directora Nacional da Administração Publica depois da marcação da data das eleições não esclarece nada de nada, apenas complica o proprio Governo. E, mais do que isso, revela uma tentativa sofisticada, porém disparatada, de reinterpretação da lei para justificar o injustificável: a nomeação de uma dirigente superior em pleno período eleitoral, acto, de todo, ilegal.