Familiares de Domingos Simões Pereira negaram ontem, de forma “perentória”, o uso dos termos “libertação” e de “prisão domiciliária”, destacando que “nunca houve qualquer processo legal que justificasse tais medidas”. De acordo com a família, a aplicação de “prisão domiciliária” exige procedimento judicial, o que não aconteceu neste caso.
O presidente dos Estados Unidos da América usou o palco do Fórum Económico Mundial, na Suíça, para atacar a ONU, cobrar fidelidade a aliados e glorificar poder dos EUA. Donald Trump, numa das partes mais polémicas da sua intervenção, disse que, após o sequestro de Nicolás Maduro, a Casa Branca mantém “ótimas relações” com os novos líderes do país.
Os democratas de pechisbeque que, agora, bajulam Trump, são os mesmo que, até novembro do passado ano, idolatravam o ditador guineense Umaro Sissoco Embaló, que com eles sempre foi muito generoso e até lhes financiava as campanhas eleitorais com dinheiro sujo. E a grande polémica nacional em torno do faraónico monumento à liberdade e democracia, não é uma questão estética nem orçamental, embora 150 milhões de escudos num país cheio de carências e onde o Governo está em falta, por exemplo, com as promessas feitas a Santiago Norte por razão das recentes intempéries, possa ser...
Em entrevista ao New York Times, o presidente dos EUA afirmou, ainda, que apenas a sua “própria moralidade” poderá limitar o alcance do seu poder global. Por outro lado, em entrevista ao canal de televisão Fox News, Donald Trump afirmou que gostaria de ver Corina Machado a dar-lhe o Nobel da Paz, como ela própria já prometeu.
Segundo a União Cabo-Verdiana Independente e Democrática, o comunicado do Governo de Ulisses Correia e Silva, a propósito da situação na Venezuela, reflete um alinhamento ideológico explícito com narrativas e interesses externos à tradição diplomática cabo-verdiana. “Trata-se de uma leitura política alinhada com determinados centros de poder internacionais, e não de uma avaliação jurídica ou consensual multilateral”, sustentam os democratas-cristãos.
No início da semana, o presidente dos EUA disse que María Corina Machado não merece o Nobel da Paz. A chamada “líder da oposição” respondeu dizendo estar disposta a dividir o prémio e agradeceu a Donald Trump por bombardear a Venezuela. A tragédia continua, agora na sua fase de comédia.
O presidente dos Estados Unidos da América, classificou o ataque à Venezuela, em violação do Direito Internacional, como “operação brilhante”, confirmando o sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa. Governo Venezuelano diz não saber do paradeiro de Maduro e de Cilia Flores, exigindo uma “prova de vida”.