Seis arguidos estrangeiros foram condenados pelo Tribunal da ilha do Sal, em Cabo Verde, a penas de prisão efetiva e suspensa por crimes de mutilação sexual e exercício ilegal de profissão, anunciou a Procuradoria-Geral da República (PGR).
O suspeito, de cinquenta anos e natural de Santo Antão, é indiciado pela prática de dois crimes de abuso sexual de criança, sendo um na forma tentada, alegadamente cometidos contra uma menor de sete anos de idade.
Em causa a publicação de peças noticiosas que davam conta de que o então ministro dos Transportes e Turismo, Carlos Santos, fora constituído arguido num processo de lavagem de capitais que envolvem recursos do INPS, facto que o próprio haveria de confirmar no dia seguinte, anunciando inclusive que pedira demissão do Governo. Além do jornalista Herminio Silves e do jornal Santiago Magazine, a Procuradoria Geral da República deduziu acusação contra um oficial de justiça por alegada violação do segredo de justiça. O procurador Heidimilson Frederico pede julgamento em processo...
“Recuso-me a acreditar, que essa decisão do TC, um pouco descompassada com generalidade das doutrinas, especialmente, com as prevalecentes no mundo que nos é próximo, se ficou a dever ao facto de o nome de Amadeu Oliveira constar do processo. Repito: recuso-me a acreditar que assim seja, muito embora, haja muita gente a pensar que há uma indesejável e inaceitável “contaminação”. Arrepio-me só de pensar, porque é muito mau demais, só de e por pensar.
Não sou e nunca fui e jamais esteve nas minhas cogitações pôr em causa o sistema judicial ou ser contra a Justiça, e, muito menos, atacar ou enfraquecer as instituições da República. Sou pela Justiça, pelo Direito e pelo institucionalismo porque acredito que são esses os predicados inerentes a qualquer sociedade que se quer justa, regida pelo princípio da legalidade e organizada em instituições fortes e credíveis.
Ao declarar inconstitucional a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o caso do ex-deputado da UCID Amadeu Oliveira, por considerar que contraria princípios e normas da Constituição da República, O Tribunal Constitucional causou mal-estar nos partidos que, até ao momento, se escusaram a comentar a decisão remetendo para mais tarde uma posição.
O Tribunal da Comarca da Brava colocou sob Termo de Identidade e Residência e proibição de saída do país o ex- presidente da Câmara Municipal da Brava, Francisco Walter Tavares, detido na passada quinta-feira, 26, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção activa. A mesma medida de coação foi aplicada ao seu ex-secretrário municipal e ao empreiteiro da Ideal Louro.