É, no mínimo, singular. O presidente da Assembleia Nacional teve de suspender a sessão de hoje, porque o partido do Governo não tinha maioria no hemiciclo. E, em vez de negociar, o Movimento para a Democracia manteve-se irredutível, tentando forçar as oposições a aprovar o que não queriam e impedindo o regular funcionamento do Parlamento. Mas, pesem as responsabilidades que Celso Ribeiro atribuiu às oposições, ao que parece, a culpa foi do próprio MpD que, nesta sessão, tinha um deputado em falta.
A apreciação é do líder do Grupo Parlamentar, que critica o Governo por “falta de investimentos e políticas eficazes” nos últimos 10 anos de governação no desporto, tanto no futebol como em outras modalidades.
O bordão “tomar a Praia custe o que custar”, associado a Ulisses Correia e Silva – e, ao que sei, nunca desmentido pelo próprio –, podendo não ser uma citação directa (é, também, uma possibilidade), entrou no argumentário político nacional, percorrendo toda a campanha das eleições autárquicas do passado ano. Esperemos, agora, que não seja substituído por um outro: “não perder o poder, custe o que custar”.
Senhor Procurador da República, a CMP é o único processo que existe no seu gabinete para decidir? O Senhor já ouviu falar do Mercado do Coco e os pseudo investimentos enterrados ali? O senhor já ouviu falar dos leilões do INPS? O senhor andou por estas ilhas quando se falou da compra das ações da Caixa Económica de Cabo Verde por parte de dirigentes e membros do governo? Senhor Procurador, ouviu falar da Privatização dos TACV? Senhor procurar, sabe algures sobre os negócios e negociatas com a CV Interilhas em que o Estado de Cabo Verde vai pagar milhões? Não acredito que o...
Em Assomada, em mais uma abertura do ano político, o líder do MpD apelou ao reforço da confiança no partido. “O MpD mostrou que está preparado para governar, proteger e reconstruir, reforçando o maior Estado social alguma vez construído em Cabo Verde”, disse Ulisses Correia e Silva a algumas centenas de apoiantes, provenientes de vários concelhos de Santiago Norte, que afluíram à zona pedonal. O também primeiro-ministro prometeu, ainda, reforço de investimentos estruturantes para Santiago Norte.
O Grupo Parlamentar do PAICV visitou esta sexta-feira, 12, as ribeiras de Santa Cruz afectadas pelas fortes chuvas de Novembro, e denunciou aquilo que considera ser “abandono total” das famílias agricultoras e criadoras, um mês após os danos registados.
O principal partido da oposição manifestou “total solidariedade institucional e política” com Francisco Carvalho e com a Câmara Municipal da Praia, numa reação à última diligência do Ministério Público, que aconteceu ontem sob um forte aparato policial. O PAICV alerta para os riscos que “a utilização reiterada e publicamente exposta de meios de força do Estado” representa para a democracia.