A selecção nacional sénior masculina de andebol de Cabo Verde conquistou hoje a medalha de bronze da 27.ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN’2026), no Ruanda, ao derrotar a sua congénere da Argélia por 29-23.
O futuro não nasce da obediência. Nasce da coragem. Os partidos terão de aprender a coexistir com quem pensa sem medo, quem fala sem pedir autorização, quem sabe que a política é transitória, mas a verdade não. Essas pessoas não são ameaça à democracia interna! São a sua última reserva de dignidade. No fim, a história não perguntará quem obedeceu melhor. Perguntará quem teve coragem de dizer a verdade quando cada verdade custava uma sanção. E essa pergunta, cedo ou tarde, chega sempre.
A seleção cabo-verdiana de futsal joga hoje, no Senegal, tentando a passagem à segunda eliminatória de qualificação para o Campeonato Africano das Nações (CAN), em jogo da segunda-mão dos preliminares com a formação senegalesa. A presença de Cabo Verde na segunda eliminatória de qualificação representa um marco para a modalidade, após a vitória por 4-0 alcançada no jogo da primeira-mão.
A reversão, feita à margem da CMP, não é apenas um problema de forma. É um problema de substância. O município perde capacidade de defender os seus interesses financeiros, urbanísticos e estratégicos; perde voz sobre o futuro de uma das zonas mais sensíveis e simbólicas da cidade da Praia; e abre-se um precedente perigoso de recentralização disfarçada, em que o poder local só é lembrado quando convém. Os interesses do município devem ser salvaguardados com o mesmo zelo com que se protege o património nacional. Não há hierarquia moral entre Estado central e autarquias:...
Francisco Carvalho, criticou hoje o Governo por reverter o contrato de concessão do Ilhéu de Santa Maria e da zona da Gamboa (conhecido por projeto Macau Legend) sem envolver a Câmara Municipal da Praia, e alegou que o terreno em causa é de propriedade municipal, como é do conhecimento do próprio Ulisses Correia e Silva.
Rompendo, pelo menos uma vez, um reiterado percurso de cedência às pressões do presidente norte-americano, a Europa, finalmente, bateu o pé, e Donald Trump teve de se encolher para evitar males maiores. Ao ameaçar vender a dívida dos EUA, os europeus chamaram a atenção de Trump e fê-lo recuar nas ameaças de anexação da Gronelândia. A retórica agressiva esbarrou na matemática. A mudança brusca da bravata para a incontornável realidade tem uma explicação simples: o inquilino da Casa Branca percebeu que, se a Europa levasse a ameaça avante, o dano seria incontrolável.
Quem critica não odeia Cabo Verde. Quem questiona não é inimigo da Liberdade. Pelo contrário: só numa sociedade livre é possível discordar sem ser rotulado. Só numa democracia saudável se aceita que o amor ao país também se manifeste em perguntas incómodas. A Liberdade não precisa de monumentos caros para existir. Precisa de instituições sólidas, prioridades claras e respeito pela inteligência dos cidadãos. Tudo o resto é encenação e basofaria.