A Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau alegou não poder prosseguir com os procedimentos finais do processo eleitoral por razão de não ter em sua posse as atas de apuramento regional das eleições de 23 de novembro. Os documentos terão sido levados por homens fardados (conhecidos por “milícias de Sissoco”) que assaltaram as instalações da CNE.
Refugiado em Dakar e isolado a nível internacional, o responsável pela encenação de um golpe na Guiné-Bissau corre o risco de ser expulso do Senegal, após o primeiro-ministro deste país ter classificado o levantamento militar como “complô” para impedir o anúncio do resultado das eleições de 23 de novembro. O desagrado pela presença de Sissoco em Dakar não se limita ao chefe do Governo. Na manhã deste sábado, manifestantes saem à rua para exigir a saída imediata do “ditador”. E já há movimentações no parlamento para que o ex-presidente guineense se vá encostar em...
Asseclas do partido do Governo persistem numa linha de ataques pessoais, de tentativas de assassinato de carácter a opositores e de perseguição a jornalistas, que deram errado no passado. Do ponto de vista do marketing político, trata-se de uma estratégia comprovadamente equivocada. E, se as eleições estão no papo, quais as vantagens de dizer que o líder do principal partido da oposição está de rastos, dando-lhe uma exposição pública que, certamente, ele muito agradece? E, já agora, por qual razão retomar velhas promessas requentadas e nunca cumpridas? Será que pensam que os...
O livro “Vida e Obra de Orlando Mascarenhas”, de William Sena Vieira, será lançado a 03 de Dezembro, procurando “resgatar, valorizar e perpetuar” o legado de “uma das figuras mais influentes” do desporto e da sociedade cabo-verdiana.
Comentando o comunicado do Governo sobre a suposta ausência de cobertura da Televisão de Cabo Verde durante uma visita do primeiro-ministro a Santiago Norte, o presidente da AJOC considera tratar-se de mais um ato de intromissão: “Quem deveria dar explicações é a diretora da TCV, que está ilegalmente suspensa. O Governo que vá pedir explicações ao Conselho de Administração, que é o único responsável por esta situação de vacatura”. Geremias Furtado fala, ainda, sobre as “lamentáveis declarações” do diretor da RCV, a “passividade” do Conselho Independente da RTC...
A jornalista Margarida Moreira está a ser vítima de pressões ilegítimas do Conselho de Administração (CA) da Rádio Televisão de Cabo Verde, que pretende obriga-la a aceitar o cargo de diretora da TCV. A denúncia é do presidente da AJOC, Geremias Furtado, que acusa o CA de “violação grosseira da Lei da Comunicação Social e da Lei da Televisão”.
A afirmação foi feita por Fernando Elísio Freire, durante a inauguração do Centro de Dia de Tira Chapéu, na cidade da Praia. 2026 parece ser o “ano fetiche” do Governo. É que, nos últimos tempos, todas as promessas têm o mesmo horizonte temporal: o ano em que se realizam as próximas eleições legislativas.