A seleção de futebol de Cabo Verde está prestes a conquistar uma qualificação inédita para a fase final do Mundial2026, bastando-lhe vencer terça-feira na Líbia para reescrever os livros de história.
As forças armadas israelitas intercetaram o último barco da flotilha, que seguia para o enclave palestiniano com ajuda humanitária. A detenção de barcos e de cidadãos, incluindo uma dezena de jornalistas, está a ser considerada crime contra o direito internacional, porque, por um lado, as ações das forças de Telavive têm ocorrido em águas internacionais; por outro, porque Gaza não é território do Estado de Israel.
Joseph E. Stiglitz, o norte-americano Prémio Nobel em 2001, afirmou este domingo que as políticas fiscais e comerciais de Donald Trump provocam o caos económico e fragilizam o Estado de Direito. Oriundo de uma família judia, Stiglitz considerou, ainda, a situação em Gaza como "um genocídio, tanto a nível humano como académico".
O ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Augusto Veiga, representa o país na maior conferência mundial da UNESCO, dedicada à Cultura, juntando-se a representantes de 194 países.
O cargueiro Marianne Danica está a caminho do Porto Grande, em São Vicente, para “carregar carga” antes de seguir viagem para Israel. Só que a embarcação, com bandeira da Dinamarca, e que deve chegar a Mindelo no domingo, 28, terá a bordo 18 contentores com mais de 318 toneladas de projécteis 155mm, que de acordo com Comité Nacional Palestiniano de BDS, serão utlizados para “o genocídio israelita em Gaza”, razão pela qual pede que Cabo Verde impeça a atracagem técnica do cargueiro. Refira-se que no ano passado, esse mesmo Marianne Danica fez escala no Porto Grande...
Eliseu Sambú, coordenador do departamento de comunicação da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa (AEGBL) disse à agência Lusa que os alunos estão a ser impedidos de entrar “devido à falta de um documento, um termo de responsabilidade, que é o comprovativo de que há uma pessoa que vai receber o estudante e será responsável por ele em Portugal, quer em termos de propinas, como de alojamento ou alimentação” – um documento que não foi solicitado aquando dos pedidos de visto. O caso aconteceu na última sexta-feira.
Quem o diz é o próprio Comissário-geral da UNRWA (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente), Phillipe Lazzarini, denunciando que seis mil camiões estão prontos para levar ajuda alimentar para um período de dois meses, mas as autoridades israelitas não os deixam entrar. O número de crianças com subnutrição multiplicou-se por seis, nos últimos seis meses. E o objetivo de Israel é minar a solução de dois estados.