O Irão diz que planos de invasões terrestres e navais dos EUA e Israel “fracassaram”. A afirmação foi feita ontem pelo Corpo da Guarda Revolucionária iraniana, mas a constatação é óbvia. Washington e Tel Aviv sofreram a maior derrota política e militar de sempre.
O presidente norte-americano disse em entrevista na Casa Branca que Teerão teria concordado em abandonar programa nuclear por 20 anos, uma declaração desmentida pelo Governo iraniano, segundo o canal de televisão Al Jazeera.
A Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF) lançou, esta sexta-feira, na Internet a música oficial da participação do país no Mundial, a primeira qualificação de sempre, que arranca a 15 de junho frente à Espanha em Atlanta, EUA.
O Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, afirmou que o Irão “não pode ser bloqueado” e que Forças Armadas responderão “de forma proporcional”.
As Forças Armadas israelitas retomaram os ataques ao Líbano após primeira rodada de negociações, e Hezbollah respondeu com 30 foguetes no norte de Israel. No dia anterior, Beirute e Tel Aviv discutiram possível “paz duradoura” sem incluir o grupo xiita.
Em coletiva de imprensa, o presidente dos EUA falou em derrubar o Governo cubano, que considerou “falido”. Havana diz que estuda movimentação militar. Entretanto, um ex-diretor da CIA defendeu a destituição de Donald Trump, considerando que ele é “megalómano” e “desequilibrado”
Presidente dos EUA acusou Leão XIV de ceder à “esquerda radical” e se solidarizar com Teerão. E, em outro momento, em mais um ato de insanidade publicou, no Truth Social, uma imagem gerada por Inteligência Artificial se retratando como “Jesus”. Trump escreveu, ainda, que o líder da Igreja Católica é “fraco no combate ao crime e fraco no combate às armas nucleares”.