Votar não é um gesto automático nem um ritual vazio; é um acto de responsabilidade histórica. É o momento em que cada cidadão decide se contribui para aprofundar a democracia ou para a fragilizar; se escolhe o caminho da união em torno da dignidade do país, ou se cede à fragmentação e ao ruído. Cabo Verde construiu-se quando soube unir-se em torno de princípios maiores.
Um total de 114 famílias foram beneficiadas com ligação domiciliária de água potável na ilha do Maio, no âmbito de um projeto financiado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Com salão cheio, Francisco Carvalho esteve com emigrantes cabo-verdianos em Queluz, Portugal, num encontro marcado por uma forte participação da comunidade. O líder do PAICV disse que, após uma década de “políticas falhadas”, o MpD quer “ludibriar” os cabo-verdianos” e que os transportes são um “indicador do estado de degradação país”. E apresentou algumas das propostas para o futuro de país, em áreas como a saúde, a educação, a formação, os transportes, a habitação e o acesso à administração pública, entre outras.
Um país pequeno, insular, com recursos limitados, não sobrevive sendo gerido por quem trata a política como emprego vitalício. Cada ano desperdiçado com esta farsa é um ano roubado ao futuro. Ou rompemos radicalmente com este modelo exigindo currículos reais, implementando avaliação objetiva de desempenho, expulsando o despreparo técnico institucionalizado ou afundamo-nos irremediavelmente. Não há meio-termo possível. E quando o colapso chegar, os “profissionais da política” estarão confortavelmente reformados ou exilados. Quem pagará o preço?
O ex-presidente Umaro Sissoco Embaló, considerado o cérebro por detrás do golpe de 26 de novembro do de 2025, concerta com militares golpistas o regresso ao país em condições de segurança. Em encontro com o autodenominado presidente de transição, o mandatário da candidatura de Sissoco às eleições de 23 de novembro elogiou, ainda, o “trabalho” dos militares que tomaram o poder.
A segurança não se constrói apenas com armas, mas com justiça social. Em síntese, o combate á criminalidade exige uma estratégia policial baseada em inteligência, integração e proximidade comunitária. A repressão isolada mostrou-se insuficiente diante da complexidade dos fenómenos criminais contemporâneos. É preciso que o estado invista na tecnologia, formação continua e politica de segurança articuladas com o desenvolvimento social.
O embaixador da China em Cabo Verde, Zhang Yang, reafirmou na sexta-feira, 06, durante a cerimónia do Ano Novo Chinês 2026, o compromisso deste país com o reforço da parceria estratégica com Cabo Verde.