O Banco Mundial aprovou hoje um apoio de emergência de 10 milhões de dólares para reforçar a resposta aos danos provocados pelas cheias que causaram oito mortos e três desaparecidos, anunciou o primeiro-ministro de Cabo Verde.
O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, afirmou que o Governo está solidário e ao lado das populações das ilhas de Barlavento atingidas pelo mau tempo que, na madrugada desta segunda-feira, provocou fortes inundações, destruição e várias vítimas mortais.
A organização Médicos Sem fronteiras (MSF) revelou hoje que pelo menos 652 crianças morreram este ano devido à desnutrição no estado nigeriano de Katsina, no norte do país, onde a situação se agravou devido aos cortes nos fundos humanitários.
O Governo cabo-verdiano vai receber 18,5 milhões de euros da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA, sigla em inglês), organismo do Banco Mundial, para reforçar o Projeto Digital Cabo Verde, segundo o acordo hoje publicado.
Contra o pessimismo sistemático da oposição, os factos falam por si. Este momento deve ser celebrado por todos os cabo-verdianos. Infelizmente, há quem insista numa narrativa de que “nada funciona” ou que “tudo está errado”. Mas os factos, os resultados e agora este reconhecimento internacional dizem o contrário.
O Governo lança hoje, em Angola, uma convocatória que apela à participação dos cidadãos residentes em mais de 42 países a participarem numa operação estatística global destinada a mapear a presença e a realidade na diáspora.
O primeiro-ministro revelou que Cabo Verde será oficialmente classificado como “país de rendimento médio alto em 2026” pelo Banco Mundial na sua actualização da classificação de rendimento dos países para o ano fiscal de 2026