Tratou-se de um dia memorável para o sistema de saúde cabo-verdiano. O primeiro transplante renal realizado no país passa a ser um marco na história da medicina e do Hospital Universitário Dr. Agostinho Neto, e classificado como o “princípio do futuro”.
Três homens foram detidos na cidade da Praia por suspeita de agressão sexual e homicídio agravado na forma tentada, tendo o tribunal decretado prisão preventiva, informou hoje a Polícia Judiciária (PJ).
A Mega Saúde contestou hoje a entrada em funcionamento da central de produção de oxigénio hospitalar no Hospital Universitário Agostinho Neto, levantando preocupações quanto à segurança dos doentes. Segundo a empresa, o oxigénio medicinal destinado à inalação hospitalar deve apresentar um grau de pureza entre 99 e 100%, o que não é o caso da central do HUAN, que produz oxigénio com apenas cerca de 93,3%.
Obra lançada em 2021, o Governo anunciou, na ocasião, que a requalificação do Hospital da Trindade estaria pronta dentro de pouco tempo. No entanto, problemas com o financiamento ditaram um atraso de mais de quatro anos. Ontem, no parlamento, Jorge Figueiredo garantiu que as obras estarão prontas em junho ou julho deste ano, um a dois meses após as eleições de 17 de maio.
O tribunal da Praia decretou prisão preventiva a um agente da Polícia Nacional suspeito de assassinar, com tiro de arma pessoal, o jovem William "Raí" Tavares, de 16 anos, na noite de 31 de Dezembro no bairro de Achada Santo António.
A construção de um novo hospital não deve ser a prioridade. A prioridade deve ser a implementação de uma estratégia de valorização dos profissionais e de combate à negligência sistémica, por um lado; e a aproximação dos cuidados de saúde à população, por outro. Por exemplo, a implementação de centros de saúde móveis poderia reduzir drasticamente as listas de espera nos hospitais e centros de saúde existentes, aumentar a capacidade do Governo no atendimento à população mais vulnerável e elevar significativamente o nível de satisfação dos utentes e da população em...
Na abertura do debate sobre uma década da sua governação e em um exercício de autoelogio, Ulisses Correia e Silva enalteceu hoje, no parlamento, a sua própria liderança à frente do Governo. E voltou a lembrar o condicionamento das crises para justificar as promessas não cumpridas e o que poderia ter feito e não fez.