O Movimento para a Democracia reconheceu ontem, implicitamente, pela voz de Euclides Silva, que assiste ao presidente da Câmara Municipal da Praia o direito à presunção de inocência. Ao referir-se ao processo em que é arguido o ex-presidente da Câmara Municipal da Brava, o dirigente do MpD considerou que o princípio da presunção de inocência deve ser generalizado a todos os cidadãos, contrariando, assim, declarações de altos responsáveis do seu partido que, reiteradamente, têm vindo a condenar na praça pública o também líder do PAICV, defendendo, inclusive, a sua prisão.
O Tribunal da Comarca da Brava colocou sob Termo de Identidade e Residência e proibição de saída do país o ex- presidente da Câmara Municipal da Brava, Francisco Walter Tavares, detido na passada quinta-feira, 26, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção activa. A mesma medida de coação foi aplicada ao seu ex-secretrário municipal e ao empreiteiro da Ideal Louro.
O ex- presidente da Câmara Municipal da Brava, Francisco Walter Tavares, terá sido detido esta quinta-feira, 26, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção activa. O seu ex-secretrário municipal também estará sob a custódia da Polícia Nacional, após buscas efectuadas desde segunda-feira às suas residências e à do empreiteiro Ideal Louro.
Uma extensa rede tentacular de conhecidos quadros ligados ao atual Governo, seja por ligações partidárias e/ou relações familiares, acumula cargos nas empresas públicas. E, em vésperas de final de mandato, a distribuição de tachos parece ter-se acentuado para que “os amigos dos amigos” não fiquem desamparados, caso as coisas não corram bem em 2026. É um fartar vilanagem, à conta dos contribuintes, com um interesse bem definido: o controlo partidário do Estado.
Que se reerga a grande ilha do Porto Grande e Monte Cara pelo alento das suas valorosas gentes, com a solidariedade fraterna e firme dos cabo-verdianos de todas as ilhas e diásporas, contra projetos supremacistas malsãos engendrados por mãos estrangeiras, ainda que acolitadas por serventuárias nacionais. Hoje mais do que nunca faz sentido o verso de «súplica« de Djoya «sonsent nxina-me oiá lus di sol». Que o sol do novo dia te seja de novo radioso, Sonsent.
O despacho de acusação do processo de violação do segredo de justiça no conhecido caso Paulo Rocha fala de inimizade “publicamente conhecida” entre um inspector da Polícia Judiciária, suposto cabecilha da narrativa anti-Rocha, e o actual Ministro da Administração e refere ainda a um juiz, “outro inimigo público” do governante, que não morre de amores por Paulo Rocha porque incluiu sua viatura nas investigações ao processo Lancha Voadora.. Saiba agora como o Ministério Público, através do procurador Nilton Moniz, juntou as peças para concluir que um grupo de...
A Fundação Donana, em parceria com o Banco Alimentar de Cabo Verde e o grupo empresarial Khym Negoce, inaugurou hoje, no bairro de Achada de Santo António, a segunda Casa da Sopa “Partilha do Pão”.