O avião em que viajava a mulher de Umaro Sissoco Embaló e um seu colaborador próximo, no qual a Polícia Judiciária portuguesa apreendeu, em 15 de dezembro, cinco milhões de euros em notas, era um voo de Estado, deixando claro que, mesmo depois do golpe, é o ex-presidente da Guiné-Bissau que continua a dar ordens.
A mulher do ex-presidente da Guiné-Bissau foi também constituída arguida e sujeita a termo de identidade e residência, decorrente do caso da apreensão de cerca de 5 milhões de euros no último domingo, num jato privado proveniente do Bissau. Dinisia Reis Embaló é suspeita da prática dos crimes de contrabando e branqueamento de capitais.
Tito Gomes Fernandes foi detido com cinco milhões de dólares em sua posse, na madrugada de domingo e libertado porque o Código Penal Português estipula que crimes, cuja pena seja inferior a cinco anos, não exigem a apresentação do suspeito a um juiz de instrução. O crime principal é o de contrabando de dinheiro, tendo-lhe sido decretada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência, mas mantém-se sob investigação.
Os cinco milhões de euros apreendidos a Tito Gomes Fernandes, “braço direito” do ex-presidente da Guiné-Bissau, pela Polícia Judiciária Portuguesa na madrugada de domingo, numa aeronave privada em trânsito no Aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, e onde seguia a esposa de Umaro Sissoco Embaló, Dinisia Reis Embaló, destinavam-se, a assegurar o exílio e uma vida luxuosa em Portugal.
A Polícia Judiciária portuguesa apreendeu o dinheiro à chegada de um jato privado ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa. Segundo a SIC Notícias, a mulher do ex-presidente também seguia a bordo, mas não foi detida.
De 15 de dezembro a 05 de janeiro, medidas especiais de segurança vão ser implementadas pela PN em todo o território nacional, para garantir um ambiente seguro e tranquilo durante este período festivo. Prevenir a criminalidade, assegurar a paz social e elevar o sentimento de segurança da população e visitantes são os objetivos avançados.
Em matéria linguística podemos ser parceiros soberanos, nunca súbditos de qualquer cagança científica estrangeira, sobretudo se ela nos cheira ao retorno duma trapaça já desmascarada, venha duma argêntea montada em milhões ou do zé da esquina onde bebo os copos. Por isso voltamos a dizer: não aceitaremos a mediocridade e a ignorância de compêndio, inda venha embrulhada em capas doutorais. Ao vir intimar os bravos cabo-verdianos (é certo que os há também pusilânimes e traidores) com diktats supremacistas, a madre do projeto ORIZON deu um tiraço de canhão nos dois pés e,...