Calhou em sorte estar a banhos quando me tocou por acaso um texto informativo de F. Pratas, publicado no jornal Buala, em meados de agosto (Ortografia do caboverdiano: ciência, identidade, e respeito pela diversidade) em que, de passagem, e de forma implícita, se tenta enxovalhar o meu nome, junto com os do Grupo de membros da Comissão Científica da ALMA-CV em Portugal (CC) que apresentou um parecer sobre o Manual de Língua e Cultura Cabo-verdiana do 10º ano. (Falaram-me de uma entrevista posterior, na Inforpress, no mesmo teor acusatório, ofensivo e grosseiro, cuja leitura remeti para...
Que se reerga a grande ilha do Porto Grande e Monte Cara pelo alento das suas valorosas gentes, com a solidariedade fraterna e firme dos cabo-verdianos de todas as ilhas e diásporas, contra projetos supremacistas malsãos engendrados por mãos estrangeiras, ainda que acolitadas por serventuárias nacionais. Hoje mais do que nunca faz sentido o verso de «súplica« de Djoya «sonsent nxina-me oiá lus di sol». Que o sol do novo dia te seja de novo radioso, Sonsent.
"Cinquenta anos depois da independência, a língua portuguesa deixou de ser herança colonial para se tornar património nacional. Usá-la é hoje um gesto de soberania cultural, e não de submissão histórica. Na literatura, na música, no ensino, nas instituições, nos palcos internacionais Cabo Verde fala português com alma crioula. E é exatamente nessa fusão que reside a sua força singular."
O ministro da Educação, Amadeu Cruz, assegurou hoje, na Praia, que o ano lectivo 2025/2026 terá início a 15 de Setembro em todo o arquipélago, incluindo a ilha de São Vicente, recentemente devastada pela tempestade tropical Erin.
A linguista Fernanda Pratas defendeu hoje que a oficialização do crioulo só se concretiza verdadeiramente quando houver uma norma ortográfica padronizada e funcional, capaz de suportar a produção de materiais como documentos legislativos, dicionários e manuais escolares.
Reproduzindo a ideia vigente na citação do IEE [Instituto Espanhol de Estudos Avançados] exposta no início do texto, podemos afirmar que a IA tem sido um alvo de aposta, sobretudo dos países altamente industrializados, pelo potencial que ela oferece, do ponto de vista do seu impacto a nível da reafirmação desses Estados, na esfera ou posicionamentos geopolítico e geoeconómico, fazendo-as se destacarem, no xadrez geopolítico mundial. Isto significa dizer que doravante o recurso à IA é tão importante, quanto necessário, do ponto de vista da própria sobrevivência das nações....
O pintor Joaquim Semedo considerou esta quinta-feira, 14, que a arte da pintura ainda é vista como um “passa tempo”, não obstante a sua notoriedade no mercado e da persistência dos artistas.