A deputada Janira Hopffer Almada disse ontem no Parlamento que o país precisa de uma Justiça que seja “democrática e solidaria” e que vá ao encontro das novas exigências e realidades sociais, para “cumprimento na plenitude” da sua função maior.
A deputada do MpD Jaqueline Mota fez ontem um balanço positivo do setor da Justiça, considerando que hoje é "mais célere, transparente, credível, independente e próxima dos cidadãos”. Contudo, admite haver desafios que ainda persistem.
O sistema de ensino tem um papel decisivo nesse processo: deve ser mais do que transmissor de conhecimento. Precisa ser formador de valores, promotor de pensamento crítico e inspirador de responsabilidade social. Uma escola que ensina, mas não educa; uma família que ama, mas não orienta; e um Estado que legisla, mas não acompanha, todos, à sua maneira, contribuem para o vazio que hoje vemos crescer. Educar para a vida é um compromisso coletivo. Porque uma sociedade sem valores, sem respeito e sem limites, cedo ou tarde, perde-se de si própria. E não há tecnologia, leis ou discursos...
Antecipando o debate do novo plano quinquenal, a quarta sessão plenária do Comité Central do Partido Comunista da China, iniciada ontem, irá priorizar inovação, segurança nacional e fortalecimento do consumo doméstico.
Com uma crise energética sem solução à vista, o primeiro-ministro continua sem dizer nada ao país, delegando em terceiros o incómodo das justificações, que ninguém leva já a sério, num descaso absoluto que releva a falta de empatia de Ulisses Correia e Silva com os impactos desta crise na vida das empresas e das famílias. Mas, a crise energética releva, ainda, causa mais profunda: a crise de uma governação que já não tem soluções para o país.
A conferência, organizada pela Presidência da República de Cabo Verde, terá lugar nos dias 10 e 11 de outubro, na ilha do Fogo, mas entra esta quinta-feira numa nova fase com a semana oficial dos pré-eventos. “Unindo Saberes, Protegendo os Mares: Ciência Oceânica para Todos”, é o tema da edição deste ano.
Sabemos, mas vou reforçar: a Cidade da Praia, centro político, económico e cultural do país, vive hoje sob um cenário que mina silenciosamente o seu desenvolvimento – os constantes cortes de energia elétrica. O problema, longe de ser apenas técnico, revela um défice estrutural de planeamento, gestão e visão estratégica que coloca em causa a qualidade de vida dos cidadãos e a atratividade do país para investimentos.