Sr. Reitor, “contra fatos não há argumentos”: a maneira como apareceu em público coloca sérias dúvidas sobre a sua capacidade e competência em dirigir a instituição que representa, talvez, razão pela qual nem ousou se re-candidatar ao cargo.
No passado dia 15 de Outubro de 2025, completaram-se 10 anos da instalação do Tribunal Constitucional, em Cabo Verde. Desde sempre, muitas foram as vozes autorizadas que se manifestaram contra essa iniciativa, preferindo, antes, defender que muito mais proveitoso e higiénico para o sistema judicial cabo-verdiano seria a operacionalização dos Serviços de Inspecção Judicial e do Ministério Público que nunca funcionou devidamente, apesar da indesmentível falta que deixa ao sector da Justiça, alvo, amiúde, de permanentes denúncias de prevaricação de magistrados, suspeitas de...
Académico, professor e consultor internacional bissau-guineense, criticou no último domingo a exclusão de candidaturas às próximas eleições legislativas e presidenciais. Aludindo a vários países africanos, Carlos Lopes diz que essa exclusão tem por base argumentos jurídicos "obscuros".
A nobreza da missão, objetivos e princípios estatutários dessa instituição, infelizmente, foi ofuscada e até comprometida com a prática de atos ilegais que já foram submetidos às instâncias judiciais próprias para apreciação e decidiram condená-la com trânsito em julgado de acórdãos condenatórios que deveriam levá-la a arrepiar o caminho mas, infelizmente, continua nessa mesma senda de práticas ilegais, conforme a mais recente sentença condenatória do juízo do trabalho da Praia que considerou que ocorreu um despedimento ilegal e aplicou-a as devidas consequências.
Num post publicado na rede social Facebook, a advogada praiense mantém a acusação anteriormente feita à ministra da Justiça, num post anterior, no âmbito de uma audiência com o presidente da República, José Maria Neves. Confrontada com uma mensagem anónima avisando-a que iria ser presa por acusar Joana Rosa, Andyra desafia, com ironia: “Que venham me prender!”
Globalmente, os discursos da abertura do ano judicial foram centrados na morosidade processual, nas pendências e em problemas de natureza administrativa. De algum modo, as intervenções dos oradores quase pareciam ter transitado dos anos anteriores. A única exceção foi o presidente da República que, provavelmente por não ter formatação jurídica (o que, neste caso, será uma bênção), interpretou, de algum modo, as demandas da cidadania.
É a primeira vez que um ex-presidente da República é condenado por participação numa conspiração golpista. Jair Bolsonaro foi condenado nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal a uma pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de património tombado. Com ele foram ainda condenados mais sete réus, incluindo militares de alta patente.