O Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU alertou hoje que, por falta de financiamento, só poderá ajudar um terço dos cerca de 318 milhões de pessoas que necessitarão de ajuda alimentar em 2026. por falta de financiamento. A agência “poderá receber apenas cerca de metade” do montante previsto.
Dois jovens do distrito de Hebron, foram hoje mortos em operação militar de Israel. E, um dia antes, colonos sionistas invadiram uma aldeia a poucos quilómetros de Belém, incendiando três habitações, um barco e várias viaturas.
PAICV e UCID, respetivamente, fazem a mesma avaliação do OE2026: “eleitoralista, irrealista e de austeridade”, marcando “o fim de um ciclo de 10 anos de metas não cumpridas e compromissos falhados”; e “prioriza propaganda governamental e assistência técnica”, enquanto mantém trabalhadores, idosos e pessoas com necessidades especiais na “extrema pobreza, sem atender a dívidas históricas”.
A Associação Nacional dos Municípios Cabo-verdianos vê com "bons olhos" o aumento no FFM proposto no Orçamento do Estado para 2026, mas defende um aumento para 17 porcento, ao contrário da proposta do Governo que fixa o aumento em 14%.
É uma das mais emblemáticas associações da diáspora cabo-verdiana em Portugal, mas não só, porque na sua génese e mesmo na atualidade estão pessoas de outras ancestralidades. São 41 anos de djunta mon e união, acreditando num bem maior: “um outro mundo é possível”. Sedeada na Cova da Moura (no concelho da Amadora), A Associação Cultural Moinho da Juventude é um exemplo de “resistência, de sonhos e esperança”, segundo as palavras de Jakilson Pereira – o presidente da associação.
São várias centenas as figuras proeminentes da comunidade judaica, de vários países, que alertam para “o risco de retornarmos a uma realidade política de indiferença à ocupação e ao conflito permanente”. Em carta aberta dirigida ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas, fazem um apelo coletivo: “Judeus Exigem Ação”.
Ao mesmo tempo que insiste que Israel não pode impedir a entrada de ajuda humanitária no enclave palestiniano, o Tribunal Internacional de Justiça diz que o governo sionista não apresentou provas que justifiquem as acusações que levaram ao fim da cooperação com a agência da ONU de assistência aos refugiados palestinianos.