O parlamento debate a partir desta quarta-feira, 12, o Orçamento do Estado (OE) para 2026, estimado em 95,7 mil milhões de escudos. Este será o último OE do governo antes das eleições legislativas do próximo ano.
Ao mesmo tempo que cada vez maior é a proporção da população que apoia a democracia como o regime político preferencial (74,1%), as práticas de partidarização da administração pública, intimidação das pessoas, represálias laborais e políticas, cerceamento das liberdades de imprensa e de expressão, favorecimento político e económico se alastram na moda “sem djobi pa lado” para os “novos” “melhores filhos” do povo! Enquanto o povo clama pelo cumprimento de uma hierarquia de prioridades, o Governo do MpD assobia para o lado e conduz o país ao maior retrocesso em...
...a problemática social está, sim, profundamente ligada a estrutura familiar, não no sentido de culpar a família, mas de compreender que ela é o primeiro espaço de formação social. Para reduzir as mazelas sociais, é imprescindível fortalecer as famílias por meio de políticas publicas de apoio psicológico, educacional e económico, além de promover uma cultura de diálogo e corresponsabilidade. Somente quando o estado, a escola e a família atuarem de forma integrada será possível construir uma sociedade mais equilibrada, empática e justa.
Garantir as liberdades constitucionais, não é um favor, nem um gesto simbólico. É compromisso com o povo. É a linha que separa uma democracia viva de uma encenação institucional. É o que impede a proliferação de “vítimas do sistema”, punidos por coragem, silenciados por burocracias, esquecidos por omissão. Cada vez que uma autoridade falha em proteger quem denuncia, cada vez que se expõe dados pessoais para intimidar e humilhar, cada vez que suspende quem busca transparência, o Estado morre um pouquinho, perde legitimidade e o povo ganha desconfiança. Porque liberdade sem...
Ulisses Correia e Silva disse hoje que o Governo está a reforçar políticas públicas voltadas para a juventude, com destaque para a habitação, formação profissional e emprego. O primeiro-ministro disse, ainda que “quando há mais crescimento, há mais empresas, mais empregos e mais oportunidades para os jovens criarem os seus próprios negócios”. O problema é que, segundo o BCV, a economia não está a crescer, pelo contrário, desacelerou.
...os assassínios económicos de Cabo Verde continuam a enganar os cabo-verdianos, amparado por uma comunicação social cada vez mais controlada e por uma comunidade internacional lincada a outros interesses que não o bem estar do povo de cabo verde.
Nos últimos anos, a sensação de um governo indiferente tem se fortalecido, especialmente pela perceção de que ele apoia apenas as câmaras ou grupos políticos que considera alinhados com sua agenda, enquanto os demais são deixados à mercê das dificuldades. Em vez de buscar um diálogo amplo e soluções para todos, há uma clara priorização das áreas que pertencem a aliados, deixando as regiões ou setores que não têm apoio direto do governo à margem das políticas públicas. Isso cria um clima de exclusão e desconfiança, alimentando a ideia de que as ações governamentais...