No primeiro dia da sua “Presidência na Ilha”, José Maria Neves apelou a uma “maior presença e atenção” do Governo, sublinhando a importância da cooperação e complementaridade. Prolongando-se até sexta-feira, a visita do presidente da República está centrada em três eixos: Direitos Fundamentais, Estabilidade Institucional e Crescimento Inclusivo.
A Constituição da República não impede, em momento algum, o Parlamento de examinar casos decididos pelos tribunais, caso assim deseje. Contudo, é vedado, tanto ao Parlamento quanto a qualquer outro órgão estatal, descumprir, reverter ou anular decisões judiciais, o que não se aplica à presente Resolução do Parlamento. A invocação pelo Ministério Público de violação dos princípios da separação de poderes e independência dos tribunais é, no mínimo, falaciosa.
Neste dia, 10 de Dezembro, que se celebra o Dia dos Direitos Humanos e também Dia Internacional dos Direitos Animais, a pequena promessa das artes plásticas, Anaís, dá a conhecer ao público as suas pinturas em aguarela numa exposição que decorre até o dia 14 deste mês na Galeria Viagens nas Tintas, na Praça Center, no Palmarejo.
Administração de Donald Trump notificou oficialmente o Governo, através da Embaixada dos EUA na cidade da Praia, do término do acordo de financiamento do Millennium Challenge Corporation, que havia sido assinado em abril do ano passado. No entanto, ainda em fevereiro deste ano, Ulisses Correia e Silva havia garantido que o financiamento não estava em risco.
Os funcionários das Alfândegas de Cabo Verde anunciaram uma greve geral por tempo indeterminado a partir de 22 de dezembro, uma paralisação que poderá provocar fortes constrangimentos ao país em plena época natalícia, período marcado por um aumento significativo de importações e circulação de mercadorias.
Tão-pouco, valerá a pena aprofundarmos muito (ficará para outra ocasião) o esquema de financiamento das campanhas eleitorais em Cabo Verde com o dinheiro sujo de Umaro Sissoco Embaló, com maior expressão nas eleições legislativas de abril de 2021 e nas autárquicas de dezembro de 2024. Ou, ainda, entrar em pormenores sobre malas de ministras guineenses com destino ao nosso país para custear o regabofe da compra de consciências. Um dia se contará a verdadeira história sobre as (aparentemente estranhas) relações promíscuas entre “democratas” da tapadinha e autoritários de...
O Orçamento de Estado para 2026 confirma, mais uma vez, uma tendência preocupante: a comunicação social privada em Cabo Verde está a definhar, e o Governo, consciente do problema, permanece imóvel. Desde 2024 que o sector mantém a mesma dotação orçamental, mas essa verba é drenada quase na totalidade para os órgãos públicos — RTC e Inforpress — enquanto a imprensa privada continua relegada à sobrevivência precária, dependente de um mercado publicitário exíguo e profundamente desequilibrado.